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Queda na temperatura exige cuidados para evitar a gripe

Queda na temperatura exige cuidados para evitar a gripe
A queda repentina nas temperaturas em todo o Estado demanda cuidados redobrados para evitar a gripe. Durante o inverno, o número de casos da gripe e a transmissão do vírus aumentam, devido à maior concentração de pessoas em locais fechados e com pouca ventilação. Foto: Divulgação SESA
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A queda repentina nas temperaturas em todo o Estado demanda cuidados redobrados para evitar a gripe. Durante o inverno, o número de casos da gripe e a transmissão do vírus aumentam, devido à maior concentração de pessoas em locais fechados e com pouca ventilação.

“No frio, as pessoas deixam as janelas de casa, do carro e do ônibus fechadas e limitam a circulação do ar. Além disso, elas também acabam deixando de lado cuidados básicos como proteger a boca ao tossir ou espirrar, lavar as mãos frequentemente e usar álcool gel”, explica o chefe da Divisão de Vigilância de Doenças Transmissíveis, Renato Lopes.

De acordo com Lopes, são atitudes como essas que facilitam o contágio e ajudam na disseminação da gripe. Para evitar, a higiene deve ser prioridade sempre. Também é necessário beber muito líquido, ter uma alimentação saudável e evitar o contato com pessoas que já estejam contaminadas, principalmente no compartilhamento de talheres, copos ou alimentos.

SINTOMAS – A principal forma de identificar a doença é por meio do diagnóstico clínico. Por isso, em caso de inflamação na garganta, febre, tosse, dores no corpo, fadiga ou calafrios, deve-se procurar atendimento médico o mais rápido possível. A orientação é de que o antiviral Oseltamivir seja prescrito por profissional médico em receituário simples a todos os casos suspeitos da doença, mesmo sem a confirmação laboratorial.

“O tratamento ambulatorial deve ser preferencialmente nas primeiras 48 horas a partir do início dos sintomas do paciente, conforme critério médico, independente de exames laboratoriais”, diz Lopes. O diagnóstico laboratorial é realizado apenas em casos de pacientes sintomáticos internados em hospitais e na ocorrência de óbitos. Existe também a vigilância sentinela da síndrome gripal através de 23 unidades no Estado, que realizam coletas semanais por amostragens para identificação dos vírus circulantes no Paraná.

BOLETIM – De acordo com o boletim divulgado nesta quarta-feira (19), o Paraná contabilizou 198 casos de gripe no Estado desde o início do ano com 28 óbitos. 89% dos casos confirmados (176) são referentes à contaminação pelo vírus Influenza A (H3) Sazonal, que já circula em todo o Estado do Paraná. (Fonte: AEN)

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