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Procon realiza pesquisa sobre preconceito no comércio

Procon realiza pesquisa sobre preconceito no comércio
(Divulgação/PMPG)
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IMPRENSA/Ponta Grossa - O Procon da Prefeitura de Ponta Grossa, órgão vinculado à Secretaria Municipal de Cidadania e Segurança Pública (SMCSP), divulgou nesta semana uma pesquisa que aponta que 83% dos entrevistados já sofreu ou presenciou situações de preconceito no comércio local. O levantamento contou com a participação de 146 pessoas, que elencaram o tipo de vestimenta como fator preponderante no tratamento recebido nas lojas da cidade, atingindo 22,8% das situações, seguido pelo sexo (15,4%) e tipo físico – peso - com 13,8%.

Ainda segundo o levantamento promovido pelo Procon, entre os estabelecimentos onde os consumidores mais sofreram ou presenciaram preconceito estão as lojas de vestuários e de artigos específicos – mecânica, academia, etc -. As duas categorias figuram com 19,7% das reclamações. Na sequência, aparecem os bancos (13,9%) e bares/clubes (12,3%).

De acordo com o coordenador do Procon, Leonardo Werlang, a pesquisa demonstra a necessidade de os comerciantes ampliarem as iniciativas de inclusão e de combate ao preconceito em suas mais diversas formas. “As situações de preconceito no comércio geralmente não se apresentam de forma explícita, como por exemplo a negativa de atendimento, mas de uma maneira velada, gerando desconforto no consumidor. Isso demonstra a necessidade de um amadurecimento nas relações, e principalmente na criação de procedimentos internos, treinamentos e iniciativas por parte dos fornecedores para combater o preconceito nas relações de consumo”, destaca Werlang”, destaca Werlang.

Dados:

Na pesquisa disponibilizada via rede social obtivemos 146 participantes. Na mostra pesquisada 43,8% são pessoas de 31 a 59 anos representando a maioria dos participantes. Sendo 59% do total de participantes do sexo feminino.

Aproximadamente 83% dos participantes afirmaram ter presenciado ou sofrido alguma forma de preconceito no comércio local.

Com 122 respostas, consumidores relataram sentirem-se desconfortáveis em lojas de vestuário e em outros estabelecimentos não especificados, totalizando 39,4% dos participantes, 13,9% informaram que bancos e instituições financeiras sofreram ou presenciaram situações com descaso ao consumidor e somente 2% afirmaram ter sofrido ou presenciado preconceito em academias. Mesma situação fora analisada no último ano, onde o maior índice apresentado fora em lojas de vestuário.

Quanto a forma de preconceito 22,8% afirma que as vestimentas influenciam no tratamento bem como o preconceito por peso que ocupa o segundo lugar com 16.3%, seguido de 15,4% relacionado ao gênero. (Fonte: Procon Ponta Grossa)

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