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Ponta Grossa adere ao programa Escritura na Mão, do Governo do Estado

Mais famílias poderão ser beneficiadas pela iniciativa de regularização fundiária

Ponta Grossa adere ao programa Escritura na Mão, do Governo do Estado
(Foto: Divulgação)
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COM ASSESSORIAS - Nesta quinta-feira (9), a Prefeitura de Ponta Grossa fez adesão ao Programa Escritura na Mão, que atua na regularização fundiária, por meio da Companhia de Habitação do Paraná (COHAPAR), do Governo do Estado. A iniciativa se torna mais uma ferramenta para possibilitar que famílias obtenham a documentação do imóvel em que residem.

Para a prefeita Elizabeth Schmidt, o Programa Escritura na Mão vai ser mais uma frente para a questão da regularização fundiária em Ponta Grossa. Segundo ela, a Prefeitura já trabalha com outras frentes, através do Tribunal de Justiça, por meio do próprio Papel Legal, que é executado pelo Departamento de Patrimônio, e das ações pela Superintendência da Habitação.

“Essa seria mais uma ação para agilizar os processos de regularização fundiária e garantir a escritura para as famílias, principalmente para as famílias mais vulneráveis que não têm condição de pagar toda a documentação para regularizar o seu terreno e ter, enfim, sua casa própria tão sonhada”, disse Elizabeth.

A secretária municipal da Família e do Desenvolvimento Social, Tatyana Belo, que responde pela Superintendência de Habitação, relata que todo o custo dos processos de regularização fundiária, levantamentos topográficos e custos cartorários serão isentos para as famílias e Prefeitura.

“Caberá ao Município indicar áreas irregulares para a regional da COHAPAR que terá uma empresa executando os serviços de regularização e posterior aprovação e encaminhamento para emissão das matrículas nos registros de imóveis”, disse Tatyana.

O superintendente de Habitação, João Horst, comenta que alguns critérios serão obrigatórios para este encaminhamento. “Podem ser contempladas pelo programa as famílias que recebem até 3 salários mínimos, que comprovem residência anterior a dezembro de 2016 e que residam em áreas passíveis de regularização, sem impedimentos legais e ambientais”, finaliza Horst.

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