Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologiaGuia Comercial
Cultura & EventosEsportesGeralObituárioPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaGuia Comercial
Publicidade
Agronegócio & Economia

Parque Histórico recebeu evento dedicado ao feijão

Parque Histórico recebeu evento dedicado ao feijão
(Divulgação/APHC)
Publicidade
COM ASSESSORIAS - O Parque Histórico de Carambeí, maior museu histórico a céu aberto do Brasil, recebeu o evento Do campo à mesa: sustentabilidade na cadeia produtiva do feijão realizado pela Syngenta em parceria com a Frísia Cooperativa Agroindustrial e a Federação de Agricultura do Estado do Paraná (FAEP).

O evento que aconteceu nas dependências do Koffiehuis Confeitaria e Restaurante Parque Histórico de Carambeí contou com a participação de profissionais que são referência no setor. Na oportunidade, Felipe Pedroso que é historiador e coordenador cultural do museu, também pesquisador da história da alimentação, falou sobre a trajetória do feijão no decorrer do tempo e seu consumo no mundo. Os usos e significados do feijão na cultura, na história e na identidade do brasileiro.

“Abordei questões da naturalização dos hábitos e que dificilmente questionamos suas origens. Neste caso, o fato do feijão sempre estar na mesa do brasileiro. Por que ele está ali e desde quando? Foi evidenciado os regionalismos e as escolhas de determinados grãos pelo gosto e pela tradição”, explica o historiador.

Felipe aproveitou a ocasião para desmistificar algumas fábulas como a invenção da feijoada, que era servida em bistrôs e restaurantes do Rio de Janeiro no século XIX e muito apreciada pela elite escravocrata. “A feijoada foi inspirada no prato francês cassoulet que é um guisado de feijão com carne suína e confit de pato. A ideia que esse saboroso prato foi inventado pelos escravos é um folclore, pois em sua maioria os escravos negros eram muçulmanos e não consumiam carne suína devido a crença religiosa, também não tinham acesso as carnes. A construção dessa ideia veio da Semana de Arte Moderna de 1920 quando intelectuais e artistas buscavam dar uma identidade nacional ao brasileiro inclusive para a culinária, assim nasceu o mito que a feijoada foi criada pelos escravos”.

O historiador valoriza a realização de eventos como este no museu, como um lugar de construção de conhecimento. “Interessante recebermos eventos temático como este organizado pela Syngenta, dedicado apenas ao feijão e a sua importância, buscando a valorização desse item essencial na mesa do brasileiro”.

Compartilhe:

Leia também

Agrocete leva tecnologia de aplicação e resultados de campo para a Showtec 2026Empresa paranaense destaca soluções voltadas à construção da produtividade no milho safrinha e na soja durante a feira em Maracaju (MS)
Publicidade

Mais Lidas

Dentista do Paraná é preso suspeito de cometer estupro em consultório e chácara

Animação produzida em Ponta Grossa é selecionada para festival internacional de cinema no Espírito Santo

Conselho Municipal de Políticas Culturais de Piraí do Sul avança na reorganização administrativa e operacional

Programa fortalece pequenas empresas lideradas por mulheres em Ponta Grossa

Carreta do Programa “Agora Tem Especialidades” do Ministério da Saúde atende mulheres até 8 de março em Telêmaco Borba

Categorias

Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologia

Cidades

  • Arapoti
  • Carambeí
  • Castro
  • Correio REGIONAL
  • Geral
  • Jaguariaíva
  • Palmeira

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia
Parque Histórico recebeu evento dedicado ao feijão | Correio dos Campos