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Política

Felipe Passos quer aumentar segurança de idosos e gestantes nos ônibus

Projeto de lei do vereador sugere que 50% dos assentos no transporte público municipal sejam direcionados para o público preferencial

Felipe Passos quer aumentar segurança de idosos e gestantes nos ônibus
(Kauter Prado/CMPG)
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COM ASSESSORIAS - O vereador Felipe Passos (PSDB) apresentou nos últimos dias um projeto de lei que visa aumentar a segurança de idosos e gestantes no transporte coletivo municipal. A proposta nº 129/2019 pretende ampliar para 50% o número de assentos preferenciais nos ônibus. A ideia foi protocolada na semana passada e segue para apreciação dos demais vereadores nas comissões internas da Câmara.

Para o vereador, o fato de existirem poucos assentos preferenciais no transporte público faz com que outras pessoas não cedam lugares para gestantes e idosos. Na visão dele, a proposta que pretende ampliar o número de vagas também é uma forma de conscientizar as pessoas sobre o tema.

“Os assentos preferenciais nem sempre atendem a demanda. Com essa proposta queremos reforçar o exercício da cidadania e do respeito ao próximo. Os lugares vão proporcionar mais segurança a essa parcela da população. Os idosos, por exemplo, estão mais propícios ao desequilíbrio”, detalha o vereador.

A vulnerabilidade das gestantes também foi analisada na justificativa da proposta. “A partir do terceiro trimestre de gestação, o equilíbrio fica cada vez mais comprometido. Com o aumento do volume sanguíneo no corpo da mulher, o sangue vai encontrar dificuldades no retorno venoso. Se a gestante estiver muito tempo em pé, a pressão pode baixar porque o sangue demora muito para circular, podendo causar problemas graves”, explica.

Passos destaca que a proposta já foi aprovada em outros municípios brasileiros - inclusive em cidades com mais habitantes. Algumas delas, inclusive, optaram por fazer com que 100% dos assentos sejam preferenciais, forçando as pessoas a oferecer o espaço para quem realmente precisa. Caso a proposta seja aprovada nas comissões internas da Câmara, ela segue para discussão no plenário e precisa ser aprovada em duas sessões distintas para seguir à sanção (ou veto) do prefeito.

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