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Política

Em primeira fala da Bancada Feminina, Mabel lamenta caso de feminicídio em PG

Em primeira fala da Bancada Feminina, Mabel lamenta caso de feminicídio em PG
(Foto: Divulgação)
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COM ASSESSORIAS - Nesta segunda-feira (13), a líder da Bancada Feminina, deputada estadual Mabel Canto (PSDB), utilizou pela primeira vez o espaço de fala exclusivo na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A parlamentar abordou o crescente número de casos de feminicídio no Estado, além de solicitar, por meio de requerimento enviado à Secretaria da Mulher, a regulamentação de leis já aprovadas que buscam combater à violência contra a mulher.

A líder da Bancada Feminina, Mabel Canto, pede a Secretaria da Mulher a regulamentação da lei nº 20.961/22, que trata da adoção de medidas contra o abuso e importunação sexual, e também, da lei nº 20.595/21, conhecida como a 'Lei do X Vermelho', que cria mais um meio de denúncia de violência contra a mulher. O requerimento ainda aborda projetos em tramitação que combatem a violência contra mulheres, como o PL 638/20, que trata da disponibilização dos protetores de copos em estabelecimentos.

Mabel também relatou o caso de feminicídio que ocorreu na última quinta-feira (9) em Ponta Grossa, onde a jovem, Camila Mayumi Kanayama, 26, é suspeita de ter matado a própria mãe, Doraci do Rocio Kanayama, 58, a facadas. A deputada lamentou a morte precoce da ponta-grossense e se solidarizou com os familiares. Mabel também trouxe dados da Coordenadoria Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (CEVID), que mostram que somente em 2022, o Paraná teve 201 feminicídios, ou seja, 30% a mais que no ano anterior. Os casos de violência doméstica passaram de 40 mil.

Segundo Mabel, o espaço da Bancada Feminina é importante na luta pela defesa dos direitos das mulheres. "Esse é um espaço de fala para todas nós deputadas que representamos as mulheres paranaenses. Casos de violência contra à mulher são denunciados mediante a fala. Em 2022, trouxe aqui o caso arquivado de uma soldado da Polícia Militar que havia sido assediada. Após nossa fala e o trabalho em conjunto com a Procuradoria da Mulher, o caso foi desarquivado e o agressor punido. Está aí a importância do nosso espaço de fala", ressaltou a parlamentar

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