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Aumento do ICMS no Paraná pode atrapalhar mercado do trigo

Aumento do ICMS no Paraná pode atrapalhar mercado do trigo
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O término da safra de trigo não só deixou os produtores preocupados com o baixo desempenho das lavouras, mas também o mercado, que prevê uma baixa competitividade do trigo paranaense devido ao aumento de 6% no Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Alteração - A alíquota foi alterada pelo governo do Estado a partir de abril deste ano e vale para trigo e seus derivados. Hoje, o ICMS para a comercialização do cereal é de 8%. O superintendente comercial da Integrada, João Bosco de Azevedo, em entrevista à emissora Rede Massa, revelou que o aumento dos impostos pode inviabilizar a implantação da cultura do trigo no futuro.

Impacto - Segundo ele, a elevação do imposto impacta diretamente no custo do produto. “Esses 6% fazem muita diferença na hora de vender e perdemos competitividade”, observa o superintendente da cooperativa. João Bosco completa que os moinhos, quando vendem o trigo para fora do Paraná, tem todas as suas mercadorias tributadas. Em contrapartida, os produtos importados, provenientes principalmente da Argentina, não pagam o tributo. O resultado é uma concorrência cada vez mais difícil, avalia João Bosco.

Abitrigo - De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), de janeiro a setembro deste ano, o Brasil importou 4,7 milhões de toneladas do cereal, ante 4,8 milhões de toneladas referente ao mesmo período do ano passado.

Produção - A produção de trigo no Paraná nesta segunda safra foi de 2,29 milhões de toneladas, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento (Seab). O volume foi 34% inferior se comparado com o mesmo período da safra anterior, quando foram colhidos 3,49 milhões de toneladas. A queda na produção se deve aos eventos climáticos que prejudicaram o bom desenvolvimento da safra. (Mapa/Ocepar)

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