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Política

Aliel Machado aciona Sanepar na Justiça por falta de água em PG

Documento protocolado nesta segunda (24) pede soluções emergenciais e aplicação de multas para coibir irregularidades, além da suspensão da cobrança da tarifa de água para famílias de de baixa renda

Aliel Machado aciona Sanepar na Justiça por falta de água em PG
(Foto: Divulgação)
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COM ASSESSORIAS - O deputado federal Aliel Machado protocolou nesta segunda-feira (24) uma Ação Popular contra a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) por conta da interrupção indevida do fornecimento de água em Ponta Grossa, que teve início ainda na última semana. Além da empresa, o documento ajuizado junto à Vara da Fazenda Pública da Comarca de Ponta Grossa também cita a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar), órgão responsável pela fiscalização.

Entre as solicitações previstas, estão a aplicação de multas severas para coibir irregularidades. Conforme a Ação, as penalidades poderiam chegar a R$ 50 mil por dia, em caso de descumprimento da decisão judicial, e R$ 1 milhão por cada alteração indevida do cronograma de racionamento. Em caso de reincidência, os valores poderiam sofrer aumentos. Outro pedido feito pelo Deputado é a suspensão da cobrança da tarifa de água para famílias de baixa renda, até que a Sanepar regularize o serviço conforme as normas legais.

Aliel Machado se posicionou a respeito do impacto causado na cidade pelas interrupções no fornecimento. “A Sanepar ultrapassou todos os limites. Por isso, estamos processando a Companhia. A empresa está em descumprimento flagrante em relação aos direitos dos consumidores. Além do racionamento de água, que não foi informado adequadamente à população, a Sanepar está mentindo. Foi divulgado um cronograma que não está sendo respeitado por ela mesma. Os prejuízos são enormes para toda a população e para os empresários. Estamos solicitando à Justiça que tome providências para que o direito do consumidor seja respeitado”, afirmou.

Outras medidas

Entre as solicitações previstas no documento ainda estão a suspensão imediata do cronograma de racionamento no município até que a Sanepar apresente um relatório técnico detalhado; e o pedido para que haja garantia de abastecimento a serviços essenciais, com fornecimento emergencial por caminhões-pipa e pontos de distribuição.

Outros tópicos descritos da Ação demandam o depósito judicial das tarifas arrecadadas durante o período do racionamento, a serem destinadas ao Fundo Municipal de Saneamento; e a ampliação da transparência, exigindo divulgação clara dos critérios técnicos e atualização diária sobre o abastecimento.

O deputado foi enfático ao citar a postura da Companhia. “Queremos mais transparência. Precisamos saber como se dá a decisão política de quais bairros serão afetados pelo racionamento e o porquê do não investimento. Sabemos todos que, ao longo das últimas semanas, choveu muito em Ponta Grossa. A água não está chegando porque há incompetência, falta de investimento e desrespeito com a cidade. Não podemos nos calar. Esperamos que, com a decisão judicial, possamos mudar essa situação. Chega de mentiras”, apontou.

Principais alegações

Entre as principais alegações que sustentam a Ação Popular protocolada por Aliel Machado contra a Sanepar e a Agepar, estão a ausência de justificativa técnica clara para a escolha das áreas afetadas; o descumprimento do próprio cronograma, antecipando cortes sem aviso; o impacto desproporcional sobre a população, incluindo hospitais, escolas e delegacias; e a violação de princípios constitucionais, como publicidade, moralidade e eficiência administrativa.

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