Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologiaGuia Comercial
Cultura & EventosEsportesGeralObituárioPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaGuia Comercial
Publicidade
Agronegócio & Economia

Adapar alerta para focos de raiva em animais no Noroeste

Adapar alerta para focos de raiva em animais no Noroeste
Pasto. Reserva do Iguaçu, 12/09/2019 Foto:Jaelson Lucas / AEN
Publicidade
A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) alerta para a confirmação, este mês, de dois focos de raiva em bovinos nos municípios de Porto Rico e Tapira, na região Noroeste do Estado. Os animais morreram após apresentar os sinais neurológicos da doença.

A Secretaria de Estado da Saúde foi comunicada imediatamente após a confirmação dos focos para monitorar as pessoas que tiveram contato com os animais.

Essa região ainda não tinha abrigos cadastrados de morcego no órgão de defesa agropecuária. A distância entre os focos é de 55 quilômetros e ambos estão próximos a rios.

A Adapar desenvolve atividades de vigilância nas 764 propriedades rurais dessa zona de proteção, onde estão cerca de 82 mil bovinos. Em 2019, nessa região foram detectados focos em Planaltina do Paraná, Querência do Norte e Santa Mônica.

O supervisor da Unidade Regional de Sanidade Agropecuária de Paranavaí, Carlos Vieira da Costa Júnior, afirmou que todo o rebanho num raio de 12 quilômetros deve ser vacinado e, 30 dias após, deve ser dada uma dose de reforço. A vacina é adquirida em lojas de produtos veterinários.

PERIGO – A raiva é uma doença endêmica na América do Sul. A morte é inevitável para animais e humanos em praticamente todos os casos de comprovação da enfermidade. Ela é transmitida pelo morcego hematófago (que se alimenta de sangue), seu principal hospedeiro. Por isso, é recomendado notificar a Adapar em caso de animais com sinais neurológicos e fazer a vacinação, forma mais eficaz de prevenir essa doença viral.

Entre os sintomas mais visíveis estão o andar cambaleante, mugido constante, falta de apetite e salivação intensa até a morte, que ocorre em até 10 dias. É importante ainda comunicar o órgão sobre a presença de supostos abrigos de morcegos, para que sejam cadastrados e monitorados periodicamente.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Compartilhe:

Leia também

PG poderá contar com reconhecimento à produção agrícolaIniciativa prevê atividades que envolvam instituições de ensino do município
Publicidade

Mais Lidas

Dentista do Paraná é preso suspeito de cometer estupro em consultório e chácara

Prefeitura destaca protagonismo feminino no empreendedorismo em Ponta Grossa

Em Piraí do Sul, homem é preso após manter casal de idosos como reféns por mais de 5 horas

DiResponsa agita a “Batucada da Ana” em Ponta Grossa (PR) neste domingo, 08

Carreta do Programa “Agora Tem Especialidades” do Ministério da Saúde atende mulheres até 8 de março em Telêmaco Borba

Categorias

Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologia

Cidades

  • Arapoti
  • Carambeí
  • Castro
  • Correio REGIONAL
  • Geral
  • Jaguariaíva
  • Palmeira

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia