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Emprego & Qualificação

Programa fortalece pequenas empresas lideradas por mulheres em Ponta Grossa

Iniciativa da Fundação Bunge é desenvolvido em oito cidades do país. Regional Centro do Sebrae/PR, coordena edição local

Programa fortalece pequenas empresas lideradas por mulheres em Ponta Grossa
15 empreendedoras participam do projeto, que prevê qualificação voltada ao fortalecimento, estruturação e expansão. (Imagem: Estúdio Rawlab)
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COM ASSESSORIAS - O fortalecimento de negócios liderados por mulheres é o foco da edição em Ponta Grossa do programa Economia da Gente, iniciativa da Fundação Bunge desenvolvida em parceria com o Sebrae/PR. Até o final de 2026, 15 empreendedoras de Ponta Grossa participarão de uma trilha de desenvolvimento com o objetivo de ampliar em até 15% a competitividade dos negócios. Em âmbito nacional, o programa está presente em oito estados onde a Bunge possui operações, em parceria com o Sebrae Nacional.

Krishna Aum Faria, coordenador de Inteligência de Mercado e Conexões Corporativas do Sebrae explica que, apesar de desenvolvido nacionalmente, Ponta Grossa recebe projeto piloto, criado especificamente para impulsionar negócios liderados por mulheres.

“O projeto piloto voltado a empreendedoras está sendo desenvolvido em Ponta Grossa por escolha da Bunge, pelos excelentes resultados da parceria com o escritório local do Sebrae. A qualificação dessas mulheres segue até o final deste ano, mas a ideia já é ampliar essa parceria e levar essa qualificação voltada a mulheres para outras cidades em que a Bunge em todo o país”, antecipa Krishna.

O diretor-superintendente do Sebrae/PR, Vitor Tioqueta, acrescenta que também é papel da instituição atuar para aproximar empreendedoras com oportunidades, conexões e conhecimento.

“Esse projeto, desenvolvido em parceria entre Sebrae/PR, Sebrae Nacional e a Fundação Bunge colabora com o trabalho de fortalecimento das mulheres que estão à frente de micro pequenas empresas. Atuamos para que mais mulheres tenham acesso à gestão, inovação, mercado e conexões que fortaleçam seus negócios. Quando uma empreendedora cresce, ela gera impacto na renda, no emprego e no desenvolvimento da comunidade onde está inserida”, descreve Tioqueta.

Bruna Gallo, coordenadora de projetos da Fundação Bunge, é a responsável pelo projeto de Economia da Gente. Para ela, mais que ampliar o leque de empresas fornecedoras, o projeto visa o desenvolvimento territorial.

“Essas empresas, ao se qualificarem, se tornam potenciais fornecedores para qualquer outra empresa local. Há o impacto de termos bons fornecedores para a Bunge, mas comemoramos o impacto positivo dentro do território”, avalia Bruna.

No total, em todo o país, já são quatro mil negócios beneficiados pelo projeto Economia da Gente.

“É um projeto amplo, mas a Bunge tem um trabalho muito forte sobre o tema de diversidade, somos muito cuidadosos com isso. Por isso, em Ponta Grossa priorizamos desenvolver esse projeto piloto, voltado ao desenvolvimento de mulheres que estão à frente de seus negócios”, detalha.

Em busca da expansão

A consultora do Sebrae/PR, Erica Aline Pinheiro, acrescenta que, a partir do projeto, é possível reduzir desigualdades e acelerar o desenvolvimento local.

“As participantes passam por uma trilha de capacitação que inclui diagnóstico de gestão, oficinas, workshops, consultorias, visitas técnicas e ações voltadas ao fortalecimento da liderança e da autoconfiança. Toda essa qualificação torna essas mulheres mais fortes e, em consequência, impulsiona a competitividade desses negócios”, complementa Erica.

Flavia Gomes de Andrade é diretora administrativa do Grupo Sulfo Química, uma das empresas participantes do programa. Para ela, participar dessa trilha de conhecimento permitirá a ampliação da empresa.

“Estamos há 30 anos no mercado, mas a qualificação é importante em todos os momentos da empresa e de maneira contínua. Dessa maneira, conseguirmos nos fortalecer e expandir”, destaca.

Para a proprietária do café Sovito, Ana Luiza Leite, a expectativa é profissionalizar para expandir. A empresa está no mercado há três anos, colhe 150 sacas/ano e a meta é quadriplicar a produção para o próximo triênio.

“Fazemos toda a cadeia do café, desde o plantio, até a venda ao consumidor final. Nosso objetivo, a partir dessa capacitação, é profissionalizar, expandir e atender clientes cada vez maiores, como a Bunge, e nos tornarmos, cada vez mais, referências no mercado”, finaliza.

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