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ACIPG recebe o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento

Reunião debateu o programa de combate à febre aftosa sem vacinação

ACIPG recebe o secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento
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COM ASSESSORIAS - Na tarde desta última quinta-feira (9), aconteceu na sede da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG) uma reunião sobre o Programa Nacional de Febre Aftosa – Paraná livre da aftosa SEM vacinação. O evento foi realizado pela Sociedade Rural dos Campos Gerais, Sindicato Rural de Ponta Grossa e ACIPG.

O encontro contou com a presença do secretário de Estado da Agricultura, Norberto Anacleto Ortigara, de Adriano Riesemberg, diretor de Defesa Agropecuária da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR), Guilherme Dias e Antonio Poloni da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), como também o secretário Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Prefeitura de Ponta Grossa (SMAPA) Ivonei Afonso Vieira. Representando o presidente da ACIPG, Douglas Fanchin Taques Fonseca, compareceu Edilson Gorte, diretor Rural da Associação e presidente da Sociedade Rural dos Campos Gerais.

O secretário de Estado discorreu sobre o atual cenário paranaense do setor agrícola e apontou para o momento de mudança na pecuária, quanto a vacinação contra a febre aftosa. Segundo ele, é chegado o momento de seguir o exemplo de Santa Catarina e se tornar um estado livre da doença, sem a vacina. “A sanidade animal reflete diretamente na questão econômica do Paraná. Vende-se sem barreiras sanitárias, com um preço competitivo, além de atrair investimentos e mercados”, passando a palavra para o consultor da FAEP, Antonio Poloni.

De acordo com o consultor, é classificada pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) a condição do rebanho em 3ª, 2ª e 1ª classes. Os estados em 2ª classe devem ter o rebanho vacinado contra a doença, enquanto os enquadrados na 1ª classe não há essa necessidade. “O Paraná já está preparado para subir para a 1ª classe. Perdemos cerca de R$ 5 bilhões pela diferença do preço por não termos esta certificação. Temos que ser grandes, somos exemplo de produção para o mundo, por isso temos que garantir a sanidade. O objetivo a ser alcançado por todos é não precisar mais vacinar a aftosa, temos diversos mercados que não chegamos enquanto tivermos vacinando”, disse.

Poloni comenta que a proposta do Paraná que está no Ministério da Agricultura, é que suspendendo a vacinação em novembro de 2018, será comunicado à OIE em dezembro em 2019 e de acordo com o acompanhamento, a previsão de certificação para a 1ª classe é para 2021.

O presidente da Sociedade Rural comenta que este evento foi de grande importância, pois explica para o produtor a necessidade de fazer do Paraná, além de livre da febre aftosa, sem a vacinação, como também os prazos para essa mudança na cultura do rebanho paranaense. “Atualmente vacinamos contra a febre aftosa, que significa uma maior tranquilidade para o produtor. No entanto, sem a vacina, o estado, terá que ampliar a fiscalização e o pecuarista terá que implantar medidas sanitárias que impeçam a entrada desta e de outras doenças em sua propriedade”, explica, salientando que o problema não é ter a doença, em virtude da falta de vacinação, mas sim, na agilidade do estado em controlar o foco da doença.

Gorte ressalta que existe a resistência de pecuarista, que trazem animais para engorda de outros estados, porém esse número de cabeças é insignificante perante o prejuízo que causa a todo o Paraná com a vacinação. “Nos obrigaríamos a produzir mais animais através de melhoramento genético e com a certificação que buscamos, em qualquer lugar do mundo a carne do Paraná será conceituada em padrão de excelência, competindo em um mercado diferenciado, aumentando a lucratividade”, finaliza.

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