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Justiça marca data de júri popular de acusado de matar psicóloga a facadas em Ivaí

Wesley da Silva Bueno está preso e responde por homicídio quadruplamente qualificado; conforme denúncia, ele receberia R$ 1,5 mil do marido da vítima para cometer o crime. Caso aconteceu em 2019

Justiça marca data de júri popular de acusado de matar psicóloga a facadas em Ivaí
(Foto: Reprodução)
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A Justiça marcou para 23 de novembro deste ano o júri popular de um homem acusado de matar uma psicóloga em Ivaí, nos Campos Gerais do Paraná. Conforme denúncia, Wesley da Silva Bueno desferiu pelo menos 40 facadas na vítima a mando do marido dela, que prometeu um pagamento de R$ 1.500.

O caso aconteceu em outubro de 2019. A vítima foi encontrada amordaçada em casa, com ferimentos por faca e também por ácido. Toda o crime foi presenciado pelo filho da mulher, à época com apenas três anos.



Wesley da Silva está preso desde novembro de 2011 e responde por homicídio quadruplamente qualificado. As qualificadoras são: uso de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima, ação com consciência e vontade, e em unidade de desígnios (continuidade de mais de um crime).

O g1 tenta localizar a defesa do acusado.

Conforme a Justiça, o pagamento pelo feminicídio não foi feito, uma vez que o marido da mulher fugiu para Ponta Grossa e depois tirou a própria vida em um hotel.


O caso

De acordo com a denúncia, Wesley e André foram até a casa da vítima e esperaram na garagem do local até que Leonisse dormisse.

Segundo o MP-PR, os dois suspeitos amarraram e amordaçaram a vítima e depois jogaram ácido no corpo dela. O líquido rompeu a mordaça, e a vítima começou a gritar por socorro.

De acordo com a denúncia, depois disso, ela foi esfaqueada.

Na sequência, após o feminicídio, os dois viajaram para Ponta Grossa junto à criança e a deixaram com uma tia. Wesley foi para casa e Andre Luis Perrinchelli Cavalheiro para um hotel, onde cometeu suicídio.


Fonte: G1

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