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Homem suspeito de matar e jogar corpo de namorada em penhasco tem prisão preventiva decretada

Valdir Aparecido Antunes, de 31 anos, confessou o crime, segundo a polícia. A vítima, Rosa de Oliveira, foi encontrada morta em uma área rural de Guamiranga, na região central do Paraná.

Homem suspeito de matar e jogar corpo de namorada em penhasco tem prisão preventiva decretada
(Foto: Reprodução)
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A Justiça decretou a prisão preventiva do suspeito de matar a namorada em Guamiranga, na região central do Paraná, no domingo (28). Rosa de Oliveira, de 38 anos, foi encontrada sem vida na área rural da cidade, segundo a Polícia Militar (PM).

Familiares do rapaz informaram à polícia que ele havia voltado para casa. Uma equipe foi até a residência e encontrou Valdir Aparecido Antunes, de 31 anos. Ele confessou que matou a companheira e jogou o corpo dela em um desfiladeiro de aproximadamente 90 metros de altura. Ele foi preso preventivamente por feminicídio.



Segundo a polícia, Valdir falou que namorava a vítima há seis meses. Ele deve responder por homicídio com as qualificadoras de feminicídio, motivo fútil e meio cruel, além do crime de ocultação de cadáver.

Segundo o delegado da Polícia Civil (PC), Rodrigo Cruz, o homem disse que Rosa queria o fim do relacionamento.

"Ele contou que eles tiveram uma discussão e que a Rosa disse que havia traído ele e que ela queria o fim do relacionamento. Após a discussão, que teria sido por volta de uma da manhã do dia 25, quinta-feira, os dois teriam saído do carro e ele teria esganado ela com as próprias mãos. A forma que ele matou ela foi esganadura", contou o delegado.

Rosa deixou três filhos de 12, 16 e 21 anos. O filho mais novo morava com ela.


Marines Alves de Oliveira, sobrinha da vítima, contou que a família ficou desesperada por não conseguir contato com ela.

"Ela era nosso tudo. Não tenho palavras sobre a dor que estamos passando", contou.

A defesa de Valdir disse que ele exerceu o direito de permanecer em silêncio durante o interrogatório pelo delegado de polícia. Disse ainda que a polícia não orientou sobre esse direito e que, por isso, a defesa vai recorrer da prisão e esclarecer os fatos na Justiça.

Fonte: G1

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