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Exército paraguaio coloca arame farpado nas travessias da fronteira com o Brasil em combate à covid-19

Também há pneus, tambores plásticos e até valas. Tudo para restringir a circulação de pessoas entre os dois países

Exército paraguaio coloca arame farpado nas travessias da fronteira com o Brasil em combate à covid-19
Arame em meio a pneus e tambores na fronteira Brasil - Paraguai — Foto: Martim Andrada/ TV Morena
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G1 - A fronteira terrestre entre Brasil e Paraguai, nas vizinhas Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, agora está com mais um obstáculo para restringir a circulação de pessoas entre os dois países. O Exército paraguaio colocou arame farpado nas barreiras feitas semana passada por moradores com pneus e tambores plásticos.

O arame integra mais uma ação de fechamento das fronteiras do Paraguai, determinada pelo governo daquele país no dia 15 de março. O Brasil também mandou fechar as ligações com outros países. Tudo para evitar a proliferação do coronavírus.

Na tarde de quarta-feira (25), além de parar veículos e pedestres que tentavam cruzar a fronteira, o Exército paraguaio 'desinfetava' carros e motos autorizados a passar de um país para o outro.

No final da semana passada, paraguaios cavaram valas na fronteira com o município sul-mato-grossense de Paranhos. O Paraguai está com 41 casos de covid-19 e três mortes.

No Brasil, segundo últimos dados divulgados pelo Ministério da Saúde, são sete mortes e 2.433 casos confirmados de covid-19. Em Mato Grosso do Sul, são 24 casos de covid-19 e 38 suspeitos. Dos 358 casos notificados à Secretaria de Estado de Saúde pelos municípios, 289 foram descartados e 11 excluídos. O estado não registrou nenhum óbito pela doença até o momento.

Restrição de circulação de pessoas

Diversos municípios brasileiros restringiram a circulação de pessoas com determinações referentes a horários e fechamento do comércio, como em Campo Grande, Bonito, Dourados e Ponta Porã. Na maioria há toque de recolher entre a noite e a madrugada. Na capital, a situação ficou mais rigorosa: entre às 20 e às 5h, somente podem ficar nas ruas quem trabalha com serviço essencial e delivery.

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