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Após repercussão, mãe é autorizada a ficar com galo e galinha dados a filho autista

Após repercussão, mãe é autorizada  a ficar com galo e galinha dados a filho autista
Família comprou galo e galinha de estimação para o filho autista, pois animais o ajudam a acalmar, segundo a mãe (Foto: Adriana Carraro Neres/Arquivo pessoal)
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G1 - O menino Marcio da Silva Junior, de 12 anos, recebeu autorização da prefeitura de Cascavel, no oeste do Paraná, para poder ficar com a galinha e o galo de estimação em casa. A mãe da criança, Adriana Carraro Neves, disse que comprou as aves porque ele é autista e os animais estavam ajudando a acalmá-lo.

A vigilância sanitária do município notificou a família, na quarta-feira (29), após receber denúncias sobre os animais e a lei municipal não autorizar esse tipo de criação na área urbana.

Entretanto, com a repercussão do caso nas redes sociais, o prefeito Leonaldo Paranhos (PSC) foi até a casa da criança e pediu que fosse liberada a domesticação das aves, na quinta-feira (30).

"Graças a Deus deu tudo certo! Antes ele não saía de casa, não tomava sol, depois dos bichinhos ele passa o dia lá fora. A ajuda de todo mundo compartilhando o vídeo não tem como explicar, foi surpreendente", contou a mãe. Segundo o prefeito, não há problema da criança cuidar dos animais, pois o quintal é adequado.

A autuação tinha como base uma lei municipal, que proíbe a criação ou conservação de animais que podem causar insalubridade ou incômodo na área urbana. A proibição permanece, mas o caso foi tratado como exceção.

"Conversei respeitosamente com o pessoal da vigilância sanitária e não há nenhum risco, nenhum problema. É um gosto dele, ele gosta, trata com carinho, deu um nome para eles, fez um galinheiro para que eles possam dormir à noite."

Repercussão nas redes sociais
Após receber a notificação, a mãe postou um vídeo nas redes sociais, que gerou a comoção dos internautas e, até o momento, conta com mais de 300 mil visualizações e 10 mil compartilhamentos.

Na filmagem ela mostra a autuação e diz que os animais não incomodam os vizinhos, pois o terreno é grande e poucas pessoas moram nas proximidades.

"Por causa da pandemia, sem aula, a vida dele estava bem complicada, ele estava bem agitado, e a gente comprou esses galinhos", explicou.
Adriana explicou que comprou os animais havia duas semanas e que já era possível perceber a mudança no comportamento do filho.

A família optou pela galinha e o galo por sujarem menos o quintal, serem mais calmos e silenciosos que um cachorro, segundo a mãe.

Exceção
Conforme a prefeitura, o caso do Márcio foi autorizado pelo município diante da sensibilização do prefeito, que viu a importância dos animais para o menino autista. Por isso, não foi embasada em parecer jurídico.

A assessoria do município explicou que a ave melhorou a vida da criança, por isso, a situação foi tratada como uma forma de terapia para o menino.

A prefeitura destaca que o caso não abrirá precedentes para a criação de animais no perímetro urbano. Esse tipo de criação continua proibido, pois o caso do Márcio foi uma questão de bom senso do prefeito e da Secretaria Municipal de Saúde.

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