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Padres gêmeos descobrem autismo ao mesmo tempo, no Paraná

Vanilson e Vanderley dos Santos Rigon, de 43 anos, atuam na Arquidiocese de Maringá. Segundo os irmãos, o diagnóstico ajudou no direcionamento do trabalho e na relação com a comunidade.

Padres gêmeos descobrem autismo ao mesmo tempo, no Paraná
(Foto: Reprodução/RPC)
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Os padres Vanilson e Vanderley dos Santos Rigon, de Maringá, no norte do Paraná, descobriram, depois de adultos, que estão no Transtorno do Espectro Autista (TEA). Os dois são gêmeos e atuam na arquidiocese da cidade.

Os irmãos, que têm 43 anos, receberam o diagnóstico em 2023, durante o exercício do sacerdócio.

“Como todo autista, a gente tem um ritmo, um modo próprio de ser [...] Então, com isso [o diagnóstico], ficamos mais tranquilos e nossa ficou mais agradável a nossa relação”, contou Vanderley.

Vanilson e Vanderley se tornaram padres em momentos distintos. Vanilson foi ordenado em 2015. Vanderley assumiu a batina dois anos depois, em 2017.

Os padres contaram, em entrevista à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, que sempre estiveram juntos em decisões importantes, incluindo a entrada na vida religiosa, aos 14 anos de idade.

“Sempre fomos muito próximos, amigos, confidentes, ao ponto de descobrirmos juntos a nossa vocação”, disse Vanilson.

De acordo com os irmãos, o diagnóstico e o acompanhamento médico que iniciaram após a descoberta tem ajudado no direcionamento do trabalho. Vanderley também diz que ambos tiveram apoio das comunidades que integram.

A neuropsicóloga Karliny Ushôa faz o acompanhamento clínico dos padres. Ela conta que o processo trouxe autoconhecimento e compreensão mútua.

"Existe o alívio e a compreensão para si mesmo: 'Agora só vou até aqui e as pessoas vão ter que entender'. Eu fico aqui com eles, porém esperando a compreensão também, a recíproca das pessoas", relatou.

Segundo a neuropsicóloga, as pessoas estão em um outro momento na sociedade, de entender as questões de neurodivergências de uma forma mais empática.

"A partir de uma liderança que eles são, conseguem passar para as pessoas que existe o 'normal' aí", diz Karliny.

Fonte: g1

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