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Reunião debate estratégias para recuperar as altas coberturas vacinais

Reunião debate estratégias para recuperar as altas coberturas vacinais
(Foto: Divulgação/PMTB)
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COM ASSESSORIAS - Aconteceu na manhã desta quarta-feira (28), uma reunião entre Divisão de Saúde Pública e a coordenação da Atenção Primária e Vigilância Epidemiológica/Imunização. O encontro serviu para debater as estratégias para melhoria das coberturas vacinais no município.

De acordo com a chefe da Divisão de Saúde Pública, Marlise Marcondes, foi realizada a revisão e discussão da Nota técnica nº1/2023-CIMVAC/CGESCO/DESCO/SAPS/MS que trata de Estratégias para recuperação das altas coberturas vacinais na Atenção Primária à Saúde (APS), que é representada pelas 17 Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Telêmaco Borba. Nesta reunião também foram propostas algumas estratégias, como capacitações para os profissionais de saúde, fortalecimento de parcerias, ações de vacinação extra muros e comunicação.

“A Atenção Primária à Saúde (APS) tem como uma de suas prioridades a prevenção da morbimortalidade por meio da estratégia de vacinação, medida essa efetiva no controle, na eliminação e/ou na erradicação de doenças imunopreveníveis. Assim, para que se alcance o resultado esperado, faz-se necessária a administração do esquema vacinal de forma adequada, considerando o número de doses e os intervalos previstos no calendário nacional de vacinação recomendado pelo Programa Nacional de Imunizações, bem como a observância às normativas e protocolos vigentes para o manuseio e administração das doses, a fim de garantir a qualidade dos imunobiológicos”, explicou Marlise.

Segundo a chefe de Divisão, nesta reunião foi ressaltada a importância do planejamento, da organização contínua do processo de trabalho e do monitoramento para recuperar as altas coberturas vacinais: “as altas coberturas alcançadas e sustentadas de modo homogêneo ao longo de décadas possibilitou a eliminação e controle de doenças como o tétano neonatal, sarampo, rubéola e poliomielite”.

Ela destacou que a reintrodução do vírus do sarampo, em 2018, e seu espalhamento por diversos estados, evidencia a vulnerabilidade da população em relação a doenças controladas e erradicadas. As baixas coberturas vacinais favorecem a transmissão continuada de agentes patógenos já erradicados, como o polivírus e o vírus do sarampo. “É fundamental sensibilizar a população e criar uma grande rede de solidariedade, envolvendo instituições, organizações sociais, associações comunitárias e poder público pela reconquista das altas coberturas vacinais”, finalizou.

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