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Sociedade Brasileira de Infectologia recomenda uso da dexametasona em casos graves de Covid-19: 'Melhor notícia desde o início da pandemia'

Sociedade Brasileira de Infectologia recomenda uso da dexametasona em casos graves de Covid-19: 'Melhor notícia desde o início da pandemia'
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G1 - O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Clóvis Arns da Cunha, afirmou, nesta sexta-feira (19), que é recomendável o uso do corticoide dexametasona em casos graves de Covid-19 para pacientes entubados ou internados na UTI com pneumonia grave e baixa oxigenação.

A recomendação, que também foi publicada em um informativo da SBI a médicos, foi feita após pesquisadores da Universidade de Oxford anunciarem a eficácia do medicamento em tratamentos de casos severos da doença a partir de dados preliminares de uma pesquisa.

"É a melhor notícia que temos desde o início da pandemia. Os médicos já estão usando e isso pode salvar muitas vidas se administrado da maneira correta, como indica a pesquisa de Oxford", afirmou Arns da Cunha.

Os estudos, no entanto, apontam que o uso do medicamento deve ser feito apenas com acompanhamento médico e não é recomendado para casos leves ou como prevenção à doença.

"Nestes casos, pode agravar o quadro da pessoa ou causar efeitos colaterais maléficos", alertou o médico.

Apesar dos dados finais do estudo não terem sido publicados ainda, o presidente da SBI afirmou que os moldes da pesquisa justificam a recomendação do uso para os casos graves.

"Estamos em uma guerra contra o vírus, são milhares de vidas em risco. Foram estudos clínicos randomizados, com grupo de controle, com mais de 4 mil pessoas. É o maior estudo feito desde o início da pandemia", disse.
Estudo mostrou queda na mortalidade em casos de pacientes em estado grave. — Foto: Yves Herman/Reuters

Estudo mostrou queda na mortalidade em casos de pacientes em estado grave. — Foto: Yves Herman/Reuters

Pesquisa

Os resultados completos serão tornados públicos brevemente, de acordo com os cientistas. O estudo foi feito com mais de 2.000 pacientes que receberam o medicamento, e foram comparados a 4.300 que receberam os cuidados de praxe.

Para os pacientes que estão em aparelhos respiradores, o risco de morte cai de 40% para 28%. Entre os que recebem oxigênio, a chance de morrer se reduziu de 25% para 20%.

O estudo também foi feito com outros remédios e, no início deste mês, mostrou que a hidroxicloroquina, um medicamento contra a malária, não apresenta benefícios contra o coronavírus.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse ter recebido o estudo preliminar, cumprimentou os envolvidos na pesquisa e diz que vai realizar uma análise quando receber o estudo completo nos próximos dias.

A Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) do Paraná afirmou que aguarda a orientação por parte do Ministério da Saúde no que diz respeito à atualização das diretrizes para o diagnóstico e tratamento da Covid-19.

Segundo a Prefeitura de Curitiba, não há protocolo que indique uso do medicamento para tratamento dos pacientes.

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