Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologiaGuia Comercial
Cultura & EventosEsportesGeralObituárioPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaGuia Comercial
Publicidade
Saúde

Saúde alerta sobre riscos da obesidade infantil

No Paraná, em 2019, três em cada dez crianças entre 5 a 9 anos atendidas nas Unidades de Saúde apresentaram excesso de peso. E que 15% deste grupo estavam obesas. Entre as crianças menores de 5 anos, 13,1% apresentaram excesso de peso

Saúde alerta sobre riscos da obesidade infantil
Publicidade
AEN/PR - No Dia da Conscientização Contra a Obesidade Mórbida Infantil, lembrada nesta quarta-feira (03), a Secretaria de Estado da Saúde alerta sobre os riscos do problema. Segundo a Organização Mundial da Saúde, este é considerado um dos principais desafios para o século XXI.

Dados divulgados pela Organização Internacional World Obesity, aponta que atualmente cerca de 158 milhões de crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos convivem com o excesso de peso, e esse número deve aumentar para 254 milhões em 2030 em todo o mundo.

No Paraná, em 2019, dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), já indicavam que três em cada dez crianças entre 5 a 9 anos atendidas nas Unidades de Saúde apresentaram excesso de peso. E que 15% deste grupo estavam obesas. Entre as crianças menores de 5 anos, 13,1% apresentaram excesso de peso.

A obesidade é um problema de saúde grave que deve ser tratada com seriedade, principalmente na população infantil, afirma o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. Segundo ele, tratamento requer uma mudança no estilo de vida, nos hábitos alimentares e a inclusão de atividade física, além de comportamentos frente à comida de toda a família.

“As crianças com obesidade têm grandes chances de se tornar adultos obesos e desenvolver diversas doenças crônicas como hipertensão, diabetes, infarto, entre outras”, diz o secretário. “As causas da obesidade são influenciadas por um conjunto de fatores relacionados ao estilo de vida da população. Devemos priorizar para nossas crianças uma alimentação saudável sempre aliando com à pratica de atividades físicas”, alerta.

Cristina Klobukoski, nutricionista da Divisão de Promoção da Alimentação Saudável e Atividade Física da Secretaria, explica que as dietas restritivas prejudicam o crescimento e o desenvolvimento da criança.

Segundo ela, esse tipo de dieta, além de aumentar a fome, reduz o metabolismo e pode fazer com que a criança perca a noção de fome e saciedade, aumentando a obsessão por comer e o comer emocional, além de proporcionar sentimentos negativos em relação à comida, como culpa e ansiedade, e pode gerar transtornos alimentares.

ALIMENTAÇÃO - Dados de 2019 do Sisvan mostram que das crianças paranaenses menores de seis meses apenas 58% estavam em aleitamento materno exclusivo, e dos seis aos 23 meses a prevalência do aleitamento materno caiu para 49%.

Das crianças de seis a 23 meses, 55% consumiram alimentos ultraprocessados e 37% bebidas adoçadas no dia anterior à avaliação. Entre as crianças de 5 a 9 anos avaliadas, 53% haviam consumido macarrão instantâneo, salgadinho de pacote ou biscoito salgado, 76% consumiram bebidas adoçadas e 67% consumiram biscoitos recheados, doces ou guloseimas no dia anterior. Ainda, 53% dessas crianças possuíam o hábito de fazer refeições em frente à televisão.

PREVENÇÃO - A prevenção inicia com um ganho de peso gestacional adequado e aleitamento materno até dois anos ou mais, sendo exclusivo nos seis primeiros meses. Após os seis meses, a alimentação da criança e de toda a família deve ser baseada em produtos in natura e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, feijão, arroz, leite, carnes, ovos, castanhas.

O açúcar não deve ser oferecido para crianças menores de dois anos e não deve fazer parte da rotina alimentar mesmo nos anos posteriores, além de não ser necessário. Pode causar danos à saúde da criança, com exposição excessiva de doce desde cedo e ainda causar dificuldade na aceitação de alimentos saudáveis, importantes para seu crescimento e desenvolvimento.

Os ultraprocessados, como refrigerantes, biscoitos recheados, macarrão instantâneo, suco de caixinha, salsicha, empanados e salgadinhos também devem ser evitados.

“O consumo de alimentos em frente às telas causa distração, fazendo com que a criança coma de forma automática e, muitas vezes, em excesso, prejudicando o controle de fome e saciedade e afrima Cristina.

AÇÕES – Como forma de prevenção e controle da obesidade infantil, a Secretaria da Saúde coordena em âmbito estadual programas como a Vigilância Alimentar e Nutricional, o Programa Saúde na Escola e o Programa Crescer Saudável.

Compartilhe:

Leia também

Nova sede do CAPS “Vovó Tonica” é entregue à população
Publicidade

Mais Lidas

Genro e sogro são presos por matarem ex-namorado da filha no Paraná

Nova sede do CAPS “Vovó Tonica” é entregue à população

Prefeitura de Castro divulga inscrições homologadas e locais de prova do concurso público

Agência do Trabalhador oferece vagas para trabalho em escolas municipais

Prefeitura de Ponta Grossa apresenta candidatas ao Concurso da Rainha da  Fesuva 2026

Categorias

Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologia

Cidades

  • Arapoti
  • Carambeí
  • Castro
  • Correio REGIONAL
  • Geral
  • Jaguariaíva
  • Palmeira

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia