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Saúde

Quase quatro mil pessoas morreram na fila por leitos públicos para tratamento do novo coronavírus no Paraná só este ano

Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) garante que todos esses pacientes estavam sendo acompanhados por equipes médicas.

Quase quatro mil pessoas morreram na fila por leitos públicos para tratamento do novo coronavírus no Paraná só este ano
Quase quatro mil pessoas morreram na fila por leitos públicos para tratamento do novo coronavírus no Paraná só este ano. (Foto: Reprodução/RPC)
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De janeiro a junho deste ano, quase quatro mil pessoas morreram enquanto esperavam por um leito público para tratamento do novo coronavírus no Paraná.






Veja, abaixo, o número de mortes de pessoas que estavam na fila de espera por leitos:






  • Janeiro: 96 mortes

  • Fevereiro: 192 mortes

  • Março: 1.410 mortes

  • Abril: 423 mortes

  • Maio: 910 mortes

  • Junho: 888 mortes




A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) garante que todos esses pacientes estavam sendo acompanhados por equipes médicas.

"Estavam assistidas, todas elas estavam em leitos de suporte ventilatório, seja em uma unidade de pronto-atendimento, seja em um pronto-atendimento municipal, em um pronto socorro municipal, de pequeno porte, ou, ainda, em um hospital de pequeno porte público ou privado", disse o secretário da Saúde, Beto Preto.

Apesar do alto número de pessoas que morreram na fila, junho terminou com bem menos pacientes esperando por vagas do que quando o mês começou.

No dia 1º, a fila por leitos de enfermaria e UTI no Paraná era de 1.212 pessoas. Duas semanas depois, em 14 de junho, baixou para 939. No último dia do mês, o número era de 204.

Quem define o destino desses pacientes é a Central de Regulação de Leitos.

"Se o médico regulador tiver que definir entre um paciente e outro, ele sempre vai usar esses três critérios: a gravidade, qual é o grau de risco que ele tem aonde ele está internado agora, e quanto tempo ele demoraria para chegar, para ser transportado para o leito definitivo. As vezes internar um paciente de extrema gravidade preterindo um paciente que tem chance maior de recuperação pode acabar gerando o óbito dos dois", afirmou Vinícius Filipak, diretor de gestão de saúde da Sesa.

Fonte: G1

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