Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologiaGuia Comercial
Cultura & EventosEsportesGeralObituárioPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaGuia Comercial
Publicidade
Geral

Projeto que regulamenta Uber é discutido na ACIPG

Proposição polêmica deve ser votada na Câmara ainda neste ano

Projeto que regulamenta Uber é discutido na ACIPG
(Divulgação/ACIPG)
Publicidade
COM ASSESSORIAS - Na primeira segunda-feira (5) do mês de novembro, participou da reunião da Diretoria da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG) o vereador Eduardo Kalinoski (PSDB) que veio a convite para discorrer sobre os serviços de mobilidade urbana através de plataformas tecnológicas, que no município conta atualmente com o aplicativo Uber. De acordo com ele, a proposta de regulamentação terá condições de ir a voto ainda neste ano.

Kalinoski é relator do projeto de lei, enviado pelo Poder Executivo, ainda em 2017, e que atualmente se estuda o mérito da proposição na Comissão de Obras, Serviços Públicos, Trânsito, Transporte, Mobilidade Urbana e Acessibilidade. Segundo ele, emendas foram propostas por ele, bem como por outros vereadores. No entanto, relata que algumas delas já foram pacificadas em âmbito federal, perdendo o objeto na esfera municipal. “Dessa forma, algumas das emendas propostas foram por água abaixo. Estou prestes a concluir meus pareceres, e desta forma o projeto já estaria em condições de ir a voto”, disse Kalinoski, salientando que o projeto pode ser votado ainda neste ano.

O relator explicou que de acordo com a legislação federal, caberá a municípios e ao Distrito Federal a cobrança dos tributos municipais; a exigência de contratação de seguro de acidentes pessoais a passageiros e do seguro obrigatório (DPVAT); a exigência de que o motorista esteja inscrito como contribuinte individual no INSS. Além disso, o motorista também deverá cumprir algumas condições, entre as elas, ser portador de Carteira Nacional de Habilitação na categoria B ou superior que tenha a informação de que ele exerce atividade remunerada; conduzir veículo que atenda a requisitos como idade máxima e que tenha as características exigidas pelas autoridades de trânsito; emitir e manter o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV); como também apresentar certidão negativa de antecedentes criminais. “O entendimento também não obriga o uso da placa vermelha, como também o motorista não precisa ser o proprietário do veículo, considerando que uma quantidade expressiva vê vantagem locar os automóveis”, explica o vereador.

Kalinoski explica que o principal fator que compromete o projeto original atualmente, é a cobrança de uma taxa de aproximadamente R$ 1,00 por quilometro rodado. Segundo ele, qualquer usuário do aplicativo entende que esta cobrança inviabilizaria o transporte pelo sistema. “Se a cobrança mínima pelo aplicativo é de R$ 6,75, para aproximadamente uns 5 quilômetros, caso a lei seja aprovada desta maneira, o valor da corrida quase dobraria”, elucida o parlamentar, que comenta que se reuniu com representantes da Uber, em Curitiba e em São Paulo, que afirmaram que não absorveriam o tributo, mas sim, repassariam para o usuário do aplicativo.

Ele salienta que outras emendas visam reduzir significativamente a taxa do serviço. No entanto, ele entende que nada deveria ser cobrado de taxa, como também refuta a emenda que visa a limita o número de transporte por aplicativo ao número de taxis, no município, que hoje é permitido somente 155, mesmo tendo capacidade para ter até 205. “Temos uma quantidade bem superior de Uber transitando pela cidade, o que quer dizer que temos uma demanda bem maior. Limitar a quantidade, prejudicaríamos o usuário”, pondera.

Diversos diretores da instituição realizaram questionamentos sobre o projeto e sobre os impactos na mobilidade urbana, uma delas é a concorrência quanto ao transporte coletivo. “Tem motoristas que já tem passageiros certos, que utilizam de maneira compartilhada pelo aplicativo, rateando o valor, se tonando mais viável que o transporte coletivo. Porém, isso pode encarecer ainda mais o transporte público, por ter menos pagantes pela mesma quantidade de quilômetros rodados”, disse.

Para o presidente da ACIPG Douglas Taques Fonseca, quanto mais concorrência, melhor serão as opções de mobilidade. "Preferíamos que não condicionassem muito a regulamentação e facilitassem principalmente para a população. Entendemos que a legislação deve ser rigorosa em situações que influenciem na segurança do passageiro, como a obrigatoriedade da inspeção veicular, exigência de habilitação e estar em dia com as obrigações do veículo”, ressalta Fonseca.

Compartilhe:

Leia também

Prefeitura publica adendo à Chamada Pública nº 7/2025 sobre jornada de serviços médicos
Publicidade

Mais Lidas

Prefeitura de Ponta Grossa apresenta candidatas ao Concurso da Rainha da  Fesuva 2026

Agência do Trabalhador oferece vagas para trabalho em escolas municipais

Prefeitura de Castro divulga inscrições homologadas e locais de prova do concurso público

Nova sede do CAPS “Vovó Tonica” é entregue à população

Genro e sogro são presos por matarem ex-namorado da filha no Paraná

Categorias

Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologia

Cidades

  • Arapoti
  • Carambeí
  • Castro
  • Correio REGIONAL
  • Geral
  • Jaguariaíva
  • Palmeira

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia