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Saúde

Índice de crianças brasileiras imunizadas está em 61%

Especialista alerta para a importância de cumprir o calendário vacinal, mesmo em meio à pandemia da COVID-19

Índice de crianças brasileiras imunizadas está em 61%
(Foto: scyther5)
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COM ASSESSORIAS - A pandemia da COVID-19 e o isolamento social trouxe uma realidade alarmante para o país. Segundo dados do Programa Nacional de Imunizações (PNI), o índice de crianças imunizadas está em 61% no Brasil. O percentual é bastante inferior aos 90% estabelecidos como ideais para evitar o surgimento de surtos.

Segundo a gerente da Clínica Vacinne, a enfermeira especialista em vacinação Renata Quadros, sem as vacinas as crianças ficam expostas a doenças que apresentam índices altos de mortalidade, como o sarampo, por exemplo. “Nenhuma vacina pode esperar. O calendário de vacinação estabelece em qual idade cada dose deve ser tomada. Mas mesmo atrasado, é importante colocar a carteira de vacinação em dia”, alerta.

A especialista lembra que a vacinação contribui para afastar vírus e bactérias da população. “Quanto menor a adesão à vacina, maior o risco de surtos dessas doenças no país”, afirma.

As vacinas do primeiro ano de vida das crianças são de extrema prioridade para afastar doenças e garantir a saúde dos pequenos. “Bebês de até um ano são os mais suscetíveis a doenças, pois ainda não tem um sistema imunológico fortalecido. Além disso, as vacinas indicadas a partir de quatro anos, são muito importantes, mas muitas vezes esquecidas pelos pais”, lembra Renata.

A pesquisa "Impacto da Pandemia nos Lares Brasileiros: Como as Famílias Estão Lidando Com a Nova Realidade", realizada pelo Ibope Inteligência, a pedido da Pfizer, aponta que 29% das famílias brasileiras atrasaram a vacinação dos filhos nesta pandemia do coronavírus. “É importante ver a carteira de vacinação e levar a criança o quanto antes para atualizar as imunizações. A Vacinne está preparada para receber todos, cumprindo todos os protocolos de higienização e segurança exigidos pelos órgãos competentes”, afirma.

A pesquisa ainda aposta que 44% dos pais adiaram as consultas pediátricas e entre crianças de 3 a 5 anos, esse dado chegou a 50%. “A saúde não pode esperar. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), estabelece que é obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias", finaliza.

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