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Agronegócio & Economia

Governador destaca o setor florestal na economia do Paraná

Ratinho Junior participou do Congresso Mundial da União Internacional de Organizações de Pesquisa Florestal, que reúne em Curitiba cerca de 3,2 mil pesquisadores, de 114 países. Esta é a 25ª edição do evento e a primeira na América Latina

Governador destaca o setor florestal na economia do Paraná
(Divulgação/AENPr)
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AENPr - O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta segunda-feira (30), em Curitiba, da abertura do Congresso Mundial da União Internacional de Organizações de Pesquisa Florestal (IUFRO, da sigla em inglês). Esta é a 25ª edição do evento e a primeira vez que acontece na América Latina, reunindo cerca de 3,2 mil pesquisadores, de 114 países.

Ratinho Junior destacou a dimensão e a importância do setor florestal para a economia do Paraná. O Estado detém 13% da base florestal brasileira, com cerca de 1,1 milhão de hectares de floresta plantada, e a maior área de pinus do País, com 660 mil hectares. “Desde a década de 1960, o Paraná tem um trabalho de florestamento muito importante, com a participação de grandes grupos industriais de papel, celulose e do setor moveleiro, que geram muitos empregos e fazem do Paraná um dos grandes produtores florestais do Brasil”, afirmou Ratinho Junior.

O setor gera 96 mil empregos diretos no Estado, que abriga todos os elos da cadeia produtiva, desde o plantio até as indústrias de madeira, papel, celulose, móveis e diversos artefatos. Em 2018, as exportações dos produtos derivados da madeira chegaram a 2,6 bilhões de dólares (R$ 10,8 bilhões), 13% de todas as exportações paranaenses.

FORTALECER – O governador lembrou que o Paraná concentra importantes indústrias do setor e citou a ampliação da fábrica da Klabin em Ortigueira, que receberá investimentos de R$ 9 bilhões. Institutos de pesquisas, como a Embrapa Florestas, também contribuem para tornar a área florestal ainda mais competitiva.

“É uma base econômica muito forte no nosso Estado e toda a produção, desde a matéria-prima até a parte industrial, tem crescido muito. Nosso papel é fortalecer o setor, incentivar cada vez mais pesquisas, apoiar e criar um ambiente saudável para que os grandes industriais invistam no Estado”, completou o governador.

AMPLIAR - Para o secretário de Estado da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, o Paraná tem condições de ampliar ainda mais a produção na área. “O Brasil tem uma cadeia produtiva completa e organizada, e o Paraná se destaca nesse setor. Fazemos praticamente todos os usos possíveis da madeira. Temos clima e solo o ano inteiro, que contribui com nossa capacidade de produção de espécies para o uso industrial da madeira”, explicou.

A tendência é de crescimento, ressaltou Ortigara. “Celulose tende a crescer cerca de 30% nos próximos dois anos, papel um pouco menos, e a nossa capacidade de exportar também vai aumentar, principalmente com os megaempreendimentos que estão sendo feitos no Paraná”, afirmou.

CONGRESSO – Diversos aspectos ligados à pesquisa florestal estão sendo discutidos no evento, que segue até a quinta-feira (5) na ExpoUnimed, em Curitiba. O tema desta edição é Pesquisa Florestal e Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável.

O congresso é promovido pela IUFRO, entidade não governamental e sem fins lucrativos, criada em 1892. É uma rede global de cooperação em ciências florestais que reúne mais de 15 mil cientistas em quase 700 organizações associadas, em 126 países.

A IUFRO também é parte da Parceria Colaborativa em Florestas, um grupo formado no âmbito do Fórum de Florestas das Nações Unidas (UNFF) e que reúne 14 organizações internacionais, instituições e secretariados de convenções internacionais em torno da agenda global sobre florestas.

A instituição promove mais de 70 reuniões técnico-científicas por ano. Realiza também congressos regionais e, a cada cinco anos, o Congresso Mundial, que é o seu principal evento. O primeiro aconteceu em Viena, na Áustria, em 1893. São eventos interdisciplinares que reúnem cientistas, professores, estudantes, empresas florestais e represantes do setor público. O objetivo é criar em áreas prioritárias de pesquisa, política e gestão florestal.

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