
COM ASSESSORIAS - A ENGIE Brasil, em parceria com a Melipomar Educação Socioambiental, implementa a nova fase do Projeto Melipomar em sete escolas públicas municipais localizadas nas cidades de Campo Largo, Ponta Grossa, Balsa Nova, Teixeira Soares e Pinhão, próximos da Transmissora de Energia Gralha Azul. O programa utiliza abelhas nativas sem ferrão como ferramenta pedagógica para promover educação ambiental junto a estudantes da Educação Infantil ao Ensino Fundamental. As atividades tiveram início em 26 de março deste ano.
Abrangência e atividades
Entre março e abril, a Melipomar realizará nas escolas participantes um conjunto integrado de ações: instalação de colônias de abelhas nativas sem ferrão, formação prática de professores, atividades de sensibilização ambiental com estudantes e plantio de mudas nativas.
Cada escola receberá duas colônias, uma de mandaçaia (Melipona quadrifasciata quadrifasciata) e uma de mirim-guaçu (Plebeia remota), e cerca de 100 mudas de espécies nativas melíferas.
As escolas atendidas são:
EM Hans Ernst Schmidt — Campo Largo/PR
EM Profª Zilá Bernadete Bach — Ponta Grossa/PR
EM Madalena Portella — Campo Largo/PR
EM Herculano Schimaleski — Balsa Nova/PR
EM Machado de Assis — Teixeira Soares/PR
EM Prof. Cipriano de Paula — Pinhão/PR
EM Nova Divinéia — Pinhão/PR
"A conservação da biodiversidade é um tema central na operação de sistemas de transmissão de energia. Apoiar um programa que leva esse debate para dentro das escolas, de forma prática e contínua, alinha a atuação da ENGIE ao compromisso com a sustentabilidade e a comunidade nos territórios em que estamos presentes", destaca Leandro de Caux, gerente da Transmissora de Energia Gralha Azul.
Balanço
O Projeto Melipomar foi implementado em 2025 em cinco escolas públicas municipais de Campo Largo e Ponta Grossa, em áreas próximas às linhas de transmissão operadas pela ENGIE.
“Quando a gente leva uma colônia de abelhas sem ferrão para dentro da escola, não estamos apenas falando de insetos, estamos criando uma oportunidade concreta de reconectar as crianças com a natureza. As abelhas se tornam um ponto de partida para discutir clima, biodiversidade e o nosso papel no mundo, de forma prática, contínua e significativa ao longo de todo o ano”, afirma Vinicius Richardi, diretor da Melipomar Educação Socioambiental.
Ao longo do ano letivo, o programa registrou os seguintes indicadores: 2.059 estudantes atendidos nas vivências educativas, 104 professores capacitados nas formações, 10 colônias de abelhas nativas sem ferrão implantadas, aproximadamente 500 mudas plantadas e 715 participantes nas Melipofeiras, eventos de culminância com abertura às famílias da comunidade escolar.
"O projeto Melipomar amplia o aprendizado dentro da escola ao trabalhar com abelhas sem ferrão como ponto de partida para temas como polinização, ecossistema e sustentabilidade. O plantio de árvores e flores integra essa proposta e leva os alunos a uma relação mais concreta com o cuidado ambiental", declara Débora Aparecida, diretora da Escola Municipal Ernst Schmidt, em Campo Largo.
A metodologia adota abordagem vivencial, com roteiros pedagógicos, material didático impresso entregue a todos os professores das escolas parceiras para a condução das atividades com os estudantes, estruturados em quatro eixos: construção de conhecimentos, sensibilização, ação prática e registros. As atividades contemplam diferentes faixas etárias, incluindo Educação Especial e Educação de Jovens e Adultos (EJA), e abordam temas como biodiversidade, polinização, conservação de ecossistemas e responsabilidade socioambiental.