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Saúde

Coronavírus: Pesquisa da UEPG aponta período de pico da pandemia em Ponta Grossa

Segundo a pesquisa, pico de contágio da Covid-19 na cidade será entre 13 e 24 de julho; Fundação de Saúde prevê 2 mil casos de coronavírus em Ponta Grossa até o final de julho.

Coronavírus: Pesquisa da UEPG aponta período de pico da pandemia em Ponta Grossa
(Foto: Everson Bressan-AEN)
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Um levantamento feito por pesquisadores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), na região dos Campos Gerais do Paraná, apontou que a cidade está passando pelo pico de contágio da Covid-19.






Segundo a universidade, o estudo contou com dados de Ponta Grossa, sobre o novo coronavírus, de abril e dos dois primeiros dias de maio de 2020. A pesquisa foi publicada em maio, atualizada recentemente e prevê que esse pico da doença seja entre 13 e 24 de julho.





Conforme a Secretaria Municipal de Saúde, até terça-feira (14), Ponta Grossa registrou 780 casos confirmados do novo coronavírus e cinco pessoas morreram vítimas da Covid-19.





De acordo com a Fundação Municipal de Saúde, a expectativa é de que Ponta Grossa chegue aos 2 mil casos do novo coronavírus até o dia 31 de julho.








Pesquisa





Segundo a UEPG, os números divulgados diariamente pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) são colocados em um contador específico. O resultado apresenta cenários que levam em consideração o avanço da Covid-19 em Ponta Grossa.





"Pelo pior cenário que nós tivemos em Ponta Grossa, nós teríamos um pico da epidemia variando entre o dia 13 e 24 de julho, e nós teríamos mais do que 4 mil casos. O cenário intermediário, onde a gente teria algumas restrições sendo colocadas, ele também faria uma pico da epidemia nesta mesma data, mas nós teríamos aproximadamente 2,9 mil casos. No cenário ideal, ou próximo do ideal, é aquele onde foi feito restrição, foi estabelecido regras para o comércio, uso de máscaras e assim por diante. Para Ponta Grossa, nós temos um cenário que o número de casos vai chegar próximo de mil casos neste período de tempo", disse o professor Erildo Vicente Müller.





Apesar da cidade estar passando pelo pico da doença, o professor explica que o atual cenário é uma das melhores prospecções para a cidade nesse período.





"Quando a gente observa todos os cenários e observa o que vem ocorrendo na prática, a gente vê que Ponta Grossa está com mais de 700 casos e que, provavelmente, a gente está no cenário número três, que seria o cenário de melhor probabilidade, que é o melhor para acontecer na cidade neste momento."


Fonte: G1






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