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Caminhoneiros com Covid-19 que dividiram UTI viram amigos e marcam churrasco pós-pandemia

'Olhava para ele, pedia a Deus para devolver a saúde para ele', disse Dimas Teixeira que ficou internado por quase um mês em hospital de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná

Caminhoneiros com Covid-19 que dividiram UTI viram amigos e marcam churrasco pós-pandemia
Caminhoneiros com Covid-19 que dividiram UTI em Ponta Grossa viram amigos — Foto: RPC ponta Grossa
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G1 - Ciro Zimar e Dimas Teixeira são caminhoneiros. Além da coincidência de ter a mesma profissão, os dois tiveram a Covid-19 e foram internados no mesmo quarto, em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Foi no Hospital Regional de Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, onde nasceu uma amizade entre eles.

Segundo Dimas, ele foi o primeiro a ser internado, e os dois ficaram no hospital por quase um mês. Apesar de estarem no mesmo quarto de UTI, a situação de Ciro era pior do que a do novo amigo.

O último boletim da Secretaria Estadual de Saúde do Paraná, divulgado na terça-feira (19), indicou 2.480 casos confirmados de Covid-19 e 130 mortes. Em Ponta Grossa, 34 pessoas testaram positivo para a doença; não houve morte na cidade em decorrência do novo coronavírus.

“Os enfermeiros me falaram: ‘Olha, seu Dimas, você vai ter um companheiro aqui’. De imediato eu pensei: ‘vai ser bom, a gente vai ficar conversando'. Que nada, eu vi na hora que ele chegou que ele estava bem inconsciente.”

O novo companheiro estava em estado grave e ficou o tempo todo inconsciente na UTI, tratando do novo coronavírus. Mesmo sem poder conhecer melhor o parceiro de quarto, Dimas tinha um carinho por ele e queria poder ajudar de alguma forma o outro caminhoneiro.

“Então não tinha com quem conversar, eu ia tomar banho, passava nos pés da cama dele, olhava para ele, pedia a Deus para devolver a saúde para ele, para ele voltar para a casa. Eu saí da UTI, fui para a recuperação, e ele ficou lá, mas eu sempre estava perguntando dele.”

Após 23 dias na UTI, Ciro contou que recebeu alta e ganhou uma medalha pela bravura de enfrentar a doença. Além disso, fez questão saber quem era o “famoso amigo de quarto”, que os enfermeiros tanto falavam.

“Uma pessoa que nunca me viu na vida, viu a situação que eu estava e pediu oração, pediu para muita gente, que nem me conhece, para orar por mim. Eu agradeço a ele, de verdade. Quero um dia conhecê-lo, dar um abraço nele”, revelou Ciro.

Pós-pandemia

Ainda em isolamento social, os dois têm conversado pela internet e mantém a amizade. Inclusive, disseram que têm planos para quando a pandemia acabar.

“Já combinamos de fazer um churrasco. Passar os momentos bem melhor do que nós passamos lá no hospital e comemorar a saúde dele e a minha”, contou Ciro.

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