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Saúde

Após suspensão, secretaria libera parte das cirurgias eletivas no Paraná

Após suspensão, secretaria libera parte das cirurgias eletivas no Paraná
Cirurgias eletivas fazem parte da rotina dos atendimentos nos hospitais de todo o país, por meio do SUS. (Foto: Divulgação/Ministério da Saúde)
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Parte das cirurgias eletivas - não emergenciais - foi liberada por uma resolução da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), publicada na sexta-feira (21). Esses procedimentos estavam suspensos desde o fim de julho no Paraná por causa do baixo estoque de anestésicos e relaxantes musculares.

A resolução orienta que sejam suspensos apenas as cirurgias que demandem terapia intensiva no pós-operatório ou em pacientes sob anestesia geral. Dessa forma, segundo a secretaria, é possível contingenciar medicamentos para pacientes da Covid-19.

As recomendações não se aplicam a procedimentos de cardiologia, oncologia e nefrologia, assim como na resolução anterior.

O secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto, afirmou que depois de uma análise dos casos do novo coronavírus por data de confirmações foi verificado que os números estão estáveis, com início de queda. "Sendo assim, resolvemos liberar alguns procedimentos eletivos, contingenciando apenas em casos que demandem mais medicamentos”, disse o secretário.

Segundo ele, o objetivo com a nova resolução é reduzir as filas de cirurgias eletivas que se formaram também em função da pandemia.

Medicamentos
A Sesa informou que os medicamentos que auxiliam na entubação de pacientes, como anestésicos e relaxantes musculares, estão sendo contingenciados e enviados pelo Centro de Medicamentos do Paraná (Cemepar) para os 54 hospitais que integram o atendimento aos pacientes da Covid-19.

Beto Preto explicou que o estado fez compras próprias de medicamentos e também recebeu duas remessas do Ministério da Saúde. Além disso, segundo ele, há uma ação articulada no Rio de Janeiro para buscar esses insumos e outra compra programada.

Em 22 de julho, o secretário classificou a situação dos estoques de remédios para manter pacientes sedados como "muito grave".

Naquela data, havia quantidade disponível para mais três ou quatro dias. Em seguida, houve a suspensão das cirurgias eletivas - agora retomadas em parte.

Fonte: G1 Paraná

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