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Alunas do Paraná disputam prêmio nacional para inovações científicas

O projeto das estudantes de Palotina é o Reflorestamento usando foguetes, que concorre com outras nove iniciativas na etapa nacional. Para chegar até aqui, competiu com outros 800 de todo o Brasil inscritos na fase inicial. A votação para escolher o vencedor ocorre até quarta-feira (18), pela internet.

Alunas do Paraná disputam prêmio nacional para inovações científicas
(Foto: Divulgação/AENPR)
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Três alunas de um colégio agrícola de Palotina são as únicas finalistas da região Sul do Prêmio Respostas do Amanhã, que contempla inovações científicas e tecnológicas desenvolvidas por estudantes do Ensino Médio de escolas públicas de todo o País. O projeto delas é o Reflorestamento usando foguetes, que concorre com outras nove iniciativas. Para chegar até aqui, o projeto competiu com outros 800 de todo o Brasil, inscritos na fase inicial. A votação para escolher o vencedor ocorre até a próxima quarta-feira (18), pela internet.

Para votar basta acessar o site http://respostasparaoamanha.com.br e selecionar o projeto das estudantes. Lá, é possível assistir aos vídeos de todas as iniciativas. Não é preciso fazer cadastro. A premiação é promovida pela Samsung.

Se vencer, a equipe receberá smartphones e uma viagem a São Paulo para participar do prêmio Respostas para o Amanhã América Latina. Por chegarem à final, as estudantes já conquistaram para sua escola uma televisão e um notebook.

O projeto consiste no uso de protótipos que têm um compartimento para abrigar sementes. O minifoguete é lançado e, quando atinge a altura máxima, a peça com as sementes se desencaixa e desce até o solo. Assim, é possível reflorestar áreas de difícil acesso, onde não é possível chegar com plantadeiras.

MENOR CUSTO - O protótipo inicial era feito com PVC e tinha um custo de R$ 50 por unidade. Agora, a equipe decidiu apostar em um modelo de papel reciclado, que custa R$ 2. “A ideia é que o produto possa atender países que não têm condições financeiras para fazer reflorestamento. Queremos o menor custo possível para que seja viável para o mundo todo”, diz Emmanuel Zullo Godinho, professor que orientou o projeto.

Leia mais sobre o projeto no site da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte

Fonte: AEN/PR

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