Correio dos Campos

Educação recebe 96 novos professores e serventes escolares para as escolas

24 de agosto de 2017 às 18:50
Daniele, confeiteira, e Cidalia, há 21 anos sem carteira assinada, estarão entre as novas serventes escolares da Rede Municipal de Ensino

A Rede Municipal de Ensino recebeu nesta quinta (24/08) 96 novos professores e serventes escolares convocados para assumir suas posições dentro da Rede Municipal de Ensino. Dentre as vagas, estão cargos para professores de 20 ou 40 horas semanais, algumas delas por tempo determinado, além de novas serventes, que irão cobrir temporariamente o trabalho de profissionais em licença.

São vagas com duração de pelo menos seis meses, renováveis por até um ano.

Ao todo, compareceram ao chamado 70 professores e 26 serventes escolares. Os novos professores e serventes escolares fizeram a escolha das escolas e CMEIs onde irão trabalhar, dentre as vagas disponíveis. A seleção foi feita a partir da ordem de classificação no teste seletivo, com a presença de todos aqueles que responderam à convocação. Como as vagas para professores (100) e serventes (50) não foram totalmente preenchidas, uma nova chamada será realizada nos próximos dias.

“São profissionais que vêm suprir a necessidade de ampliação ou de manutenção dos trabalhos nas escolas e CMEIs. Trata-se de um processo bastante transparente e que nos permite ao mesmo tempo preencher as vagas e permitir a melhor opção possível para as convocadas, por escolha delas mesmas”, aponta a secretária de Educação, Esméria Saveli.

MAIS EMPREGOS

A convocação veio em ótima hora para Cidalia Andrade. Com 52 anos, ela está há 21 anos sem carteira assinada. Agora, basta passar pelos exames médicos para iniciar o trabalho na Escola Municipal José Bonifácio, no Parque Nossa Senhora das Graças, próximo de sua casa. “Já trabalhei como faxineira, telemarketing, várias coisas. Agora na escola, espero ajudar e aprender muito com os pequenos”, conta.

Outra nova servente aprovada, Daniele Nistardo de Souza, aos 33 anos, quer levar para a escola sua experiência como confeiteira. “Já trabalhei em escola particular, também sou cozinheira e estou há dois anos sem carteira assinada”. Bem colocada no teste seletivo, a felicidade pelo emprego foi maior ainda pelo fato de a nova servente poder trabalhar perto da filha, que estuda na Escola Municipal Aldo Bonde – local escolhido por ela para trabalhar. “Ela é muito boa aluna”, completa, orgulhosa.