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Secretária diz que asilo precisa regularizar quadro de funcionários para receber recursos

Secretária diz que asilo precisa regularizar quadro de funcionários para receber recursos
Foto: Divulgação/CMPS
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COMUNICAÇÃO/CMPS - Regularizar o quadro de funcionários. Segundo a secretária municipal de assistência social, Fátima Skora, este deve ser o foco do “Lar de Idosos São Vicente de Paulo”, para que a entidade consiga receber os recursos públicos da Prefeitura. A informação foi repassada à Câmara durante a sessão ordinária da última segunda-feira (09).

Ao participar da reunião com os parlamentares, a chefe da assistência social apresentou a versão do Executivo e o seu diagnóstico sobre a situação do “Asilo”. Skora alegou que a questão a ser debatida no momento, diz respeito a equipe de trabalho da instituição.

Segundo a secretária, a direção da entidade precisa viabilizar a contratação de algumas funções, como: coordenador, psicólogo, assistente social e professor para a área cultural. De acordo com a chefe da pasta, uma comissão trabalha junto ao “Asilo” para regularizar estas pendências. Se tais questões forem solucionadas, a Prefeitura já poderá iniciar os processos de liberação de recursos.

Quando questionada, Skora se mostrou otimista quanto à continuidade do trabalho do Lar de Idosos. “Eu não acredito que vai fechar, porque os vicentinos não se resumem a uma diretoria. Até porque várias pessoas quiseram tocar o ‘Asilo’. Uma diretoria saiu, mas quando uma diretoria sai, o vice-presidente tem 90 dias para convocar novas eleições”, simplificou.

Denominador Comum

Os vereadores solicitaram dedicação e diálogo entre as partes para que as atividades do Lar de Idosos não sejam paralisadas. “Não podemos dar esse assunto por encerrado, pois é uma questão complicada. A administração diz que não consegue tocar (o Lar) com o que recebe, e se não for regularizado não será possível continuar. Temos que trabalhar com todas as hipóteses, pois é uma responsabilidade do município. É preciso olhar a questão com carinho e tentar achar um denominador comum“, expôs o vereador Márcio do Gás, presidente da Câmara.

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