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Saúde

Potencial de transmissão em festa clandestina flagrada em Piraí poderia atingir até 3 mil pessoas

Potencial de transmissão em festa clandestina flagrada em Piraí poderia atingir até 3 mil pessoas
(Foto: Reprodução Internet)
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Por Pedro Dalcol Filho - A irresponsabilidade daqueles que insistem em desobedecer às medidas preventivas de distanciamento social, frequentando bares, lanchonetes e festas clandestinas como a flagrada no último final de semana em Piraí do Sul, pode resultar em números catastróficos que comprometeriam ainda mais a já sobrecarregada estrutura de atendimento destinada ao combate da Covid-19.

Para se ter ideia do potencial de transmissão do vírus, a chefe do Setor de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, Nádia Gonçalves, explicou que apenas uma pessoa infectada no meio da festa que acontecia numa propriedade particular do bairro Capinzal 2, entre as localidades do Bonsucesso e Ressaca, seria suficiente para transmitir o novo coronavírus para 20 a 30 pessoas.

No caso hipotético onde as 100 pessoas dessa festa fossem infectadas, a cidade poderia ser castigada com um grave quadro com 2 a 3 mil novos infectados pelo vírus. Pessoas que estavam dormindo e em casa enquanto os jovens se divertiam seriam contaminadas em seus trabalhos e casas, fruto da pouca ou nenhuma importância dada pelos frequentadores de ambientes como esse.

Se essa mesma pessoa infectada passasse pela festa e depois fosse para outros lugares diferentes na mesma noite, o número de transmissões poderia ser ainda muito maior.

Diante da gravidade da situação, as autoridades municipais estudam medidas para apertar ainda mais o cerco de fiscalização para coibir práticas como a flagrada no final de semana.

Além de se preocupar com os pacientes internados que esperam por leitos de enfermarias e unidades de terapia intensiva em hospitais referência de atendimento ao Covid, a equipe municipal de saúde ainda precisa lutar contra um de seus maiores inimigos: a falta de empatia, por parte dos que desafiam as leis, com as pessoas e famílias que já tiveram pior sorte no combate ao novo coronavírus.

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