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Segurança

“Difícil dividir o fruto de seu trabalho com bandido”, desabafa empresário assaltado pela quarta vez

“Difícil dividir o fruto de seu trabalho com bandido”, desabafa empresário assaltado pela quarta vez
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O empresário Mario Fagundes, proprietário dos Supermercados Isabely, foi vítima nessa semana da quarta ação de bandidos contra um dos estabelecimentos que ele e sua família mantêm na cidade.

Segundo o comerciante, que mostrou toda sua indignação com a falta de segurança no município, muito maior que o prejuízo financeiro causado em situações como a vivenciada no último dia 2, são os traumas psicológicos que ficam com funcionários e clientes que são, de uma hora para outra, surpreendidos com uma arma de fogo apontada em suas direções.

A declaração de Fagundes foi feita ao Correio dos Campos na segunda-feira, 4, dois dias depois do supermercado da família, localizado na Rua 15 de Novembro, ter sido alvo, pela quarta vez em menos de 6 meses, da ação de criminosos. Dessa vez um rapaz invadiu o estabelecimento armado com revólver anunciando o assalto, aterrorizando clientes e funcionários.

O roubo aconteceu por volta de 19h30, pouco antes do horário normal de fechamento do supermercado. Segundo o empresário, o rapaz levou certa quantia em dinheiro e fugiu em direção ao Jardim Primavera.

“Uma das coisas que me leva a perder a confiança no Estado é o fato de não retornarem o dinheiro de nossos impostos, que são tão caros e difíceis de pagar, em segurança”, disse.

‘É inadmissível que uma cidade de 25 mil habitantes tenha só dois policiais por plantão. Isso eu até entendo, mas o que não entendo é que sempre que acionamos a polícia eles nunca conseguem chegar a tempo para pegar os bandidos que na maioria das vezes fogem a pé, bem sossegados. Se for contar o tempo que leva entre a polícia e os mercados você vai ver que leva menos de três minutos para chegar até eles. Não é possível, uma hora isso tem de mudar. É difícil dividir o fruto do seu trabalho com bandido”, desabafa.

“E o pior não é isso. Claro que prejuízo financeiro ninguém quer, mas pense na família que estavam no mercado na hora dos assaltos, pense nos funcionários que tem medo de trabalhar porque estão expostos a este tipo de risco, pense no quanto o psicológico de uma pessoa pode ser abalado quando de uma hora para outra você se vê com uma arma apontada em sua direção. Esse é o maior prejuízo que tenho tido nos assaltos”, finalizou.

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