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Saúde

Queimaduras por águas-vivas triplicam no litoral paranaense, diz Corpo de Bombeiros

De 20 de dezembro de 2019 a 13 de janeiro de 2020, foram 2,9 mil ocorrências. No mesmo período do ano passado foram 878 casos.

Queimaduras por águas-vivas triplicam no litoral paranaense, diz Corpo de Bombeiros
Foto: Divulgação/Sesa
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O número de queimaduras por águas-vivas nas praias do litoral paranaense triplicou na temporada 2019/2020 em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com os registros do Corpo de Bombeiros.






Foram 2.938 casos de 20 de dezembro de 2019 a 13 de janeiro de 2020. No mesmo período da temporada 2018/2019 foram 878 ocorrências.





O número atual de ocorrências já representa mais do que o dobro de todos os casos da temporada passada.







Orientações




O Corpo de Bombeiros orienta que, em caso de contato com água-viva ou caravelas, o banhista deve limpar o local da queimadura com água do mar, sem esfregar.





Não se deve usar álcool e nem água doce sobre o ferimento. Para aliviar a ardência, de acordo com os bombeiros, pode-se aplicar vinagre.




Nos postos de guarda-vidas localizados nas praias do estado, os bombeiros disponibilizam vinagre para ser aplicado nestes casos, e os guarda-vidas estão treinados para auxiliar e orientar os banhistas a respeito do assunto.





A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) ressalta que não se deve tocar em águas-vivas ou caravelas, mesmo que os animais pareçam estar mortos, na praia.





A Sesa ressalta que águas-vivas e caravelas não atacam, e que os acidentes são registrados quando os animais encostam nos banhistas e, por isso, liberam substâncias que, na pele, causam as queimaduras.


Fonte: G1










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