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Saúde

Pedreiro que não consegue terapia contra câncer por plano de saúde mesmo com liminar inicia tratamento pelo SUS

Pedreiro que não consegue terapia contra câncer por plano de saúde mesmo com liminar inicia tratamento pelo SUS
Sem atendimento pelo plano de saúde, Osmar faz primeira sessão de quimioterapia pelo SUS (Foto: Arquivo pessoal)
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Sem conseguir fazer o tratamento para um câncer no reto por meio do plano de saúde mesmo com uma decisão liminar da Justiça, o pedreiro Osmar Souza Noleto, de 59 anos, passou pela primeira sessão de quimioterapia via Sistema Único de Saúde (SUS). A família está aliviada, mas segue com o processo para tentar agilizar o atendimento, uma vez que paga pelo serviço particular.

Em nota enviada na terça-feira (3), a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), que representa planos de saúde, explicou que respeita os prazos de carência estabelecidos em lei e que o período de 180 dias para tratamentos como quimioterapia e exames complexos segue as regras do contrato assinado entre paciente e plano.

Filho do pedreiro, o operador de subestação Marcos Antônio Tavares de Souza disse que uma pessoa ligada ao plano de saúde entrou em contato com ele no início da tarde desta sexta-feira e agendou uma reunião com a família para a próxima segunda-feira (9), para conversar sobre o tratamento. Porém, conforme o próprio, nenhuma definição foi dada.

"Pediram para a gente ir lá. Não falaram hora nenhuma que o tratamento estava liberado", afirmou.

Início do tratamento
A primeira sessão ocorreu na última terça-feira (3), no Hospital das Clínicas, em Goiânia. Outras cinco sessões estão previstas, todas agendadas pela rede pública. Apesar disso, Osmar ainda está chateado com a situação.

"É muita revolta. É uma coisa que a gente tem direito. A gente paga e não tem acesso", desabafa. Ele ressalta que está sentindo os efeitos do tratamento, que vai se estender pelos próximos meses. "Passei mal, vomitei muito, mas graças a Deus eu melhorei. Agora estou sentindo dores, mas acho que é normal. Estou ruim para comer", reclama.

Após a quimioterapia, o pedreiro deve passar por uma avaliação para deliberar sobre a necessidade de uma cirurgia.

Como não consegue trabalhar por causa da doença, todas as despesas de Osmar estão sendo custeadas pelo filho dele, com quem o pedreiro está morando. Inclusive, ele quem paga os R$ 564 referentes à mensalidade do plano de saúde.

Fonte: G1

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