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Saúde

Menino morre um dia após receber dinheiro para remédio mais caro do mundo, no Paraná

Menino morre um dia após receber dinheiro para remédio mais caro do mundo, no Paraná
(Foto: Redes sociais)
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Morreu, na madrugada desta quarta-feira (15), o menino Vinícius de Brito Samsel, de três anos de idade. De Engenheiro Beltrão, noroeste do Paraná, ele lutava desde o nascimento contra a Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo 1, doença que pode ser tratada com o Zolgensma, tido como o remédio mais caro do mundo. A morte aconteceu um dia depois do menino receber o dinheiro para a compra.

Na madrugada da última segunda-feira (13), a família do menino precisou levar Vinícius às pressas para o Hospital Santa Casa de Misericórdia de Engenheiro Beltrão. A criança apresentava baixo batimento cardíaco e baixa saturação de oxigênio no sangue, de acordo com uma postagem de familiares em uma rede social.

Ele precisou ser intubado e internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, mas mesmo assim não resistiu e morreu.

A advogada do menino, Graziela Costa Leite, disse que a morte aconteceu um dia depois que o dinheiro foi depositado na conta. “Após ganhar na Justiça o direito ao medicamento desde de dezembro, a União resistiu muito em cumprir a decisão do STF. Ontem [terça-feira] a União fez o depósito em conta judicial. Praticamente no mesmo dia da sua partida”, publicou ela em uma rede social.

O remédio para tratar a AME chama-se Zolgensma. Ele é uma terapia gênica que devolve ao paciente o gene faltante. O medicamento foi desenvolvido por um laboratório nos Estados Unidos e é vendido por uma empresa suíça.

O depósito do dinheiro para o menino aconteceu após uma verdadeira batalha. Várias campanhas para Vinícius foram feitas desde a descoberta da doença, em 2021, para tentar levantar o dinheiro, mas elas não foram suficientes.

Em junho do ano passado, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o fornecimento do medicamento. Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o Governo Federal efetuasse o pagamento de R$ 7,3 milhões para a compra do remédio.

Fonte: RIC Mais

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