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Segurança

Homem é condenado a 31 anos de prisão por matar e abandonar corpo de mulher em guarda-roupa

Gisele da Costa Santos tinha 26 anos e foi morta no começo de abril. Réu foi condenado, nesta quinta (21), por homicídio com três qualificadoras, ocultação de cadáver e furto

Homem é condenado a 31 anos de prisão por matar e abandonar corpo de mulher em guarda-roupa
(Foto: Reprodução/RPC)
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O homem acusado de ter matado e abandonado o corpo de uma mulher dentro de um guarda-roupa, em Cascavel, no oeste do Paraná, foi condenado, nesta quinta-feira (21), a 31 anos, quatro meses e 15 dias de prisão.

O corpo de Gisele da Costa Santos, que tinha 26 anos, foi encontrado com as mãos e pés amarrados, em abril deste ano. O suspeito foi preso um dia depois do crime e confessou o que fez, segundo a Polícia Civil.



Conforme a sentença, o réu foi condenado por homicídio triplamente qualificado - por feminicídio, recurso que dificultou a defesa da vítima e asfixia mecânica -, além ocultação de cadáver e furto, pois o salário que Gisele tinha acabado de receber teria sido usado por ele.

A defesa do condenado Márcio dos Santos, de 25 anos, informou que não recorrerá da decisão. O processo tramita sob sigilo.


O caso

A prisão do acusado foi feita após denúncias anônimas e depois da polícia ter acesso às imagens de câmeras de segurança do prédio onde o suspeito morava. Elas mostram, segundo a polícia, o corpo da vítima sendo transportado em um armário.

Conforme a Polícia Civil, após o crime, o suspeito comprou o armário em um site de compra e venda, cortou pedaços de roupas, amarrou a jovem e colocou o corpo dentro do móvel. Na sequência, contratou uma pessoa para fazer o frete e largou a vítima, dentro do guarda-roupa, na estrada.

A pessoa contratada para fazer o frete foi ouvida pela polícia e disse que foi contratada para realizar o frete, desconhecia a prática do crime.

À Polícia Civil, o suspeito disse que foi a primeira vez se encontrou com a vítima, os dois se conheceram por um aplicativo de mensagens. No apartamento dele, os dois se desentenderam.

No entanto, essa versão não convenceu a polícia. O delegado afirma que o depoimento foi contraditório, que o homem não respondeu quando foi perguntado porque não chamou uma ambulância, já que na versão dele foi um acidente.

Fonte: G1



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