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Segurança

Polícia procura suspeito de matar esposa e simular suicídio

Wellington Kauan Porretassi de Melo é procurado pela polícia desde o dia da morte da esposa, em julho deste ano

Polícia procura suspeito de matar esposa e simular suicídio
(Foto: Reprodução/Facebook/Larissa Stefanny)
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A Justiça decretou a prisão preventiva do suspeito de matar a jovem Larissa Stefany Batista Vieira, de 21 anos, em Sarandi, no norte do Paraná, em julho deste ano. O mandado de prisão foi expedido depois que a Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu que Wellington Kauan Porretassi de Melo, o marido da vítima, atirou no rosto de Larissa e tentou forjar uma situação de suicídio.

No dia do crime, o suspeito do feminicídio chegou a ligar para o Samu, mas saiu de casa, levando a arma, antes da chegada dos socorristas e dos policiais. Desde então ele é procurado pela PCPR para prestar depoimento e, a partir de agora, para ser detido. Alguns dias após a morte de Larissa, que tinha dois filhos bebês, o advogado do suspeito entregou a arma ao delegado responsável pelas investigações.

Uma das principais evidências colhidas pela PCPR é a gravação de uma câmera de segurança da residência do casal. Embora essa câmera não tenha registrado a cena, devido ao ângulo em que ela está instalada, o aparelho gravou o áudio da discussão entre o suspeito e a vítima.

No áudio, disponibilizado pela polícia, é possível ouvir o homem xingando a mulher e mandando ela ir embora de casa. “Desgraçada, capeta, sai capeta dos infernos, vai embora”, grita o suspeito na gravação.

Em seguida, após mais alguns minutos de discussão, é possível ouvir o disparo da arma. Na sequência, a gravação registra o homem gritando para que Larissa, que já estava ferida, se levante. O trecho seguinte mostra o que parece ser uma discussão entre dois homens, até que se ouve claramente um deles falando “vou sair fora, falou”. Logo depois, um homem não identificado aparece abrindo o portão da casa.

A partir de agora, após o decreto de prisão de Wellington, a PCPR conta com ajuda da comunidade para ter informações sobre o paradeiro do suspeito. As denúncias podem ser feitas de forma anônima.

Fonte: RIC Mais

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