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Deputado Marcelo Rangel celebra aprovação no Senado de projeto que reconhece fibromialgia como deficiência

Deputado Marcelo Rangel celebra aprovação no Senado de projeto que reconhece fibromialgia como deficiência
(Imagem: Divulgação)
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COM ASSESSORIAS - O reconhecimento da fibromialgia como deficiência deu um passo histórico nesta semana com a aprovação do projeto de lei no Senado Federal. A medida representa um marco para milhares de brasileiros que convivem com essa condição crônica e abre caminho para a garantia de direitos fundamentais. A aprovação foi recebida com entusiasmo pelo deputado estadual Marcelo Rangel (PSD), líder do governo Ratinho Júnior na Assembleia Legislativa (ALEP), e um dos principais defensores dessa pauta no estado.

Rangel tem atuado com firmeza na luta pelo reconhecimento e acolhimento das pessoas com fibromialgia, promovendo debates públicos, propondo ações e dando voz a pacientes que enfrentam diariamente dores crônicas, cansaço extremo e limitações físicas. Há cerca de uma semana, o parlamentar realizou uma audiência pública em Ponta Grossa, reunindo autoridades, profissionais da saúde e a comunidade para discutir o tema e buscar soluções concretas.

Para o deputado, a aprovação no Senado é uma vitória coletiva, construída com diálogo, mobilização e sensibilidade social. “Essa é uma vitória de quem nunca desistiu. De quem luta todos os dias contra a dor invisível. A aprovação no Senado é o reconhecimento de uma realidade que precisa, sim, ser amparada pelo Estado com políticas públicas justas e efetivas”, afirmou Marcelo Rangel.

O deputado também ressaltou que o trabalho não termina com a aprovação no Congresso. Segundo ele, é fundamental que os estados regulamentem e implementem leis que garantam o acesso aos direitos previstos. “Aqui no Paraná, vamos seguir atuando com firmeza para transformar essa conquista em benefícios reais, como acesso a tratamentos, prioridade no atendimento e inclusão no mercado de trabalho. Estamos apenas começando”, destacou.

O projeto aprovado agora segue para sanção presidencial, e, uma vez transformado em lei, permitirá que pessoas com fibromialgia sejam legalmente reconhecidas como pessoas com deficiência, tendo direito a benefícios sociais, atendimento preferencial e políticas específicas.

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