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Erradicação do trabalho infantil é tema de palestra para profissionais

Erradicação do trabalho infantil é tema de palestra para profissionais
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Representantes das secretarias municipais de Assistência Social, Saúde, Educação e Indústria e Comércio, junto com membros do Conselho Tutelar e da Emater, participaram de palestras na tarde de segunda-feira (29) sobre a erradicação do trabalho infantil. O tema foi conduzido por profissionais da Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social e da 3ª Regional de Saúde de Ponta Grossa.

Segundo dados do Censo de 2010 do IBGE, Palmeira tem 761 crianças e adolescentes, com idade entre 10 e 17 anos, tendo sua mão de obra explorada. A maior parte está concentrada no setor agrícola, porém na área urbana foram registradas atividades domésticas desenvolvidas de forma velada. Ainda de acordo com o Censo, das 761 crianças e adolescentes detectadas, 645 delas estão fora da escola e 45 são analfabetas.

Antes do início das palestras, a assistente social Márcia Regina Wansovicz relatou ações desenvolvidas pelo CRAS e pelo CREAS, com a intenção de combater o trabalho infantil no município.

Segundo Wansovicz, a Assistência Social tem dificuldade em localizar os casos no município, devido ao tamanho territorial do mesmo. “Em parceria com a Saúde, através de Agentes Comunitários, e com a Educação, através das escolas, pretendemos identificar onde estão os casos em Palmeira. Assim podemos orientar uma mudança de comportamento nas famílias, sem punição” disse a assistente social.

O primeiro palestrante do dia foi o psicólogo Juliano Del Gobo, da Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social. Ele falou sobre os direitos da criança e do adolescente, com base na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente.

O psicólogo também abordou contextos do município, apresentando os dados de Palmeira sobre o trabalho infantil e falou sobre políticas públicas e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI).

Na sequência o técnico em segurança do trabalho Edivaldo Jorge, da 3ª Regional de Saúde de Ponta Grossa, relatou os problemas que as crianças e adolescentes podem enfrentar ao trabalharem durante sua fase de desenvolvimento.

A última palestra foi ministrada pela assistente social Anaíse Rita Correa da Luz, da Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social. A profissional falou sobre o PETI, programa que visa erradicar todas as formas de trabalho de crianças e adolescentes menores de 16 anos e garantir que frequentem a escola e atividades sócioeducativas.

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