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Clorador de baixo custo garante água de qualidade para comunidades

Clorador de baixo custo garante água de qualidade para comunidades
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IMPRENSA/Palmeira - O Setor de Vigilância em Saúde conduz em Palmeira o Programa Nacional de Vigilância da Qualidade da Água para consumo Humano (VIGIAGUA), de acordo com a Portaria MS n° 2.914/2011, que auxilia o gerenciamento de riscos à saúde associados à qualidade da água destinada ao consumo humano. O objetivo é realizar a coleta de materiais para monitoramento da qualidade da água em comunidades da cidade e do interior.

Para realizar o trabalho o setor desenvolveu um clorador que utiliza método de tratamento de água de baixo custo, de fácil acesso e de eficiência comprovada. Um dispositivo em projeto piloto já está instalado na localidade de Pinheiral de Baixo, e outros cinco devem ser instalados ainda em 2018 em diferentes pontos da zona rural e urbana do município de Palmeira, tanto em solução alternativa individual quanto coletiva.

Para o responsável pelo VIGIAGUA, enfermeiro Luiz Eduardo Wonsttret da Vigilância em Saúde, o programa consiste em instalar “cloradores artesanais” nas soluções alternativas coletivas (SAC) (poços artesianos, rasos ou nascentes) cadastradas que abastecem 10 ou mais famílias na zona rural do município que utilizem água sem tratamento, além das soluções alternativas individuais (SAI) relacionadas aos agricultores familiares rurais.

“Os laudos microbiológicos, físico-químicos e a análise de campo de cloro residual após a instalação do clorador obtiveram padrões dentro dos limites previstos na legislação, ou seja, a água está livre de contaminação microbiológica, ideal para o consumo humano, comprovando a eficiência do clorador”, comentou Wonsttret .

Ainda de acordo com Wonsttret, o projeto foi apresentado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), sendo considerada uma excelente experiência da Atenção Básica. A mesma iniciativa foi enviada para a 3ª Regional de Saúde como experiência exitosa na Vigilância em Saúde, como um embrião, abrirá o caminho e perspectivas para um avanço ainda maior e novos projetos voltados à utilização da água para consumo humano.

Para Palmeira estão previstas mensalmente 13 coletas de água em diferentes pontos e o envio para o laboratório da Universidade Estadual de Ponta Grossa UEPG, para exames físico–químicos e microbiológicos, totalizando 156 coletas/ano. Nos últimos 3 anos 64% das análises indicaram água imprópria para consumo humano, com presença de coliformes totais e termotolerantes do tipo fecal (Escherichia coli) que podem causar problemas de saúde, a instalação dos cloradores deve melhorar o resultado das análises.

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