
COM ASSESSORIAS - A educação internacional vem ganhando espaço entre famílias que buscam uma formação alinhada a universidades e oportunidades globais, inclusive fora das capitais. No Paraná, Foz do Iguaçu, Cascavel e Ponta Grossa contam com um colégio autorizado a oferecer programas da Cambridge International Education, ampliando o acesso dos estudantes a referências acadêmicas no exterior.
As instituições credenciadas nesses municípios são o Colégio Semeador, o Passo Certo Bilingual School e o Colégio Positivo – Master, respectivamente, todas integrantes dos colégios da Rede Positivo e únicas em suas cidades com essa autorização. Com o reconhecimento, elas integram uma comunidade formada por mais de 10 mil instituições em 160 países.
Voltados a estudantes de 3 a 19 anos, os programas da universidade britânica combinam conhecimento acadêmico ao desenvolvimento de autonomia, curiosidade intelectual, pensamento crítico, criatividade, resolução de problemas, comunicação e trabalho em equipe. Os colégios também oferecem formações e certificações internacionais da Cambridge, com currículo e avaliações alinhados a padrões reconhecidos globalmente.
Para oferecê-los, os colégios precisam atender a critérios relacionados a currículo, formação de professores, infraestrutura, políticas escolares e aplicação segura de avaliações internacionais, explica Ana Teixeira, gerente de Internacionalização do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento (CIPP) da Rede Positivo.
“Esse modelo vai muito além do ensino da língua inglesa. Ser uma Cambridge International School significa oferecer uma educação alinhada a padrões globais, com um currículo que valoriza a compreensão dos conceitos, a aplicação prática do conhecimento e a pesquisa independente, em vez da simples memorização”, explica.
A integração à rede também amplia as possibilidades acadêmicas dos estudantes. Como os programas seguem referências internacionais comuns, alunos que mudam de cidade ou país podem dar continuidade aos estudos em outra Cambridge International School, além de se prepararem para universidades brasileiras e estrangeiras, assim como ambientes profissionais cada vez mais internacionais.
“A educação internacional ajuda o estudante a compreender diferentes culturas, contextos e formas de pensar. Mais do que prepará-lo para estudar em outros países, queremos formar jovens confiantes, responsáveis, reflexivos e inovadores, capazes de respeitar diferentes perspectivas e utilizar o conhecimento para participar construtivamente da sociedade”, conclui Ana.