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Política

Aliel Machado propõe piso nacional para professores da rede privada

No Dia do Professor, deputado federal propõe lei de readequação salarial para profissionais que atuam no ensino básico com formação em nível superior

Aliel Machado propõe piso nacional para professores da rede privada
(Foto: Divulgação)
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COM ASSESSORIAS - O deputado federal Aliel Machado (PV-PR) apresentou, nesta quarta-feira (15), Dia do Professor, um projeto de lei que estende o piso nacional do magistério aos educadores da rede privada de educação básica.

A proposta tem como objetivo corrigir uma desigualdade histórica e garantir que os docentes com formação em nível superior que atuam em escolas particulares também sejam contemplados pela política nacional de valorização da categoria.

O texto estabelece que, até 2031, os professores da rede privada alcancem a equiparação total ao piso nacional do magistério público, instituído pela Lei nº 11.738/2008. A transição será gradual: a partir de 2027, os vencimentos mínimos dos docentes particulares deverão corresponder a 80% do piso da rede pública, subindo anualmente até atingir 100% em 2031.

Segundo Aliel, a iniciativa busca valorizar o trabalho docente em todas as esferas e enfrentar a defasagem salarial existente entre professores das redes pública e privada. "Nós temos hoje professores e professoras com formação em nível superior que ganham menos de R$ 2,5 mil por mês para uma jornada de 40 horas semanais. Isso é inadmissível em um país que precisa enxergar a educação como instrumento de combate à desigualdade e de construção da liberdade", afirmou o parlamentar.

O projeto também prevê mecanismos de fiscalização e sanções para assegurar o cumprimento da lei. Instituições privadas que descumprirem o piso poderão perder incentivos fiscais e ter suspensa a autorização de funcionamento junto aos Conselhos de Educação. O texto estabelece ainda que o cumprimento do piso será requisito obrigatório para o credenciamento das escolas privadas no país.

O deputado ressaltou a urgência de transformar o reconhecimento social dos professores em ações concretas. "Hoje é um dia de reflexão, um dia muito importante para o Brasil, pois comemoramos a principal de todas as profissões: a do professor. E o Dia do Professor nos remete à responsabilidade de vencer desafios e atender a uma demanda que não é apenas da categoria, mas de toda a sociedade. A educação é libertadora, mas a valorização precisa sair do discurso", destacou.

O parlamentar lembrou ainda que a média salarial dos professores da rede privada é de cerca de R$ 3.400, enquanto o piso nacional da rede pública para 40 horas semanais se aproxima de R$ 5 mil. "A diferença é expressiva e reflete uma desigualdade estrutural que desvaloriza quem mais contribui para o futuro do país", afirmou.

Aliel reforçou que o projeto não busca penalizar o setor privado, mas estabelecer uma política de transição equilibrada e responsável, conciliando justiça social e sustentabilidade econômica. "A valorização docente é uma política de Estado e um imperativo constitucional. Professores da rede pública e da rede privada exercem o mesmo ofício e devem ter tratamento isonômico", concluiu.

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