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Cultura & Eventos

Escola do Campo promove Mostra Cultural Quilombola

Escola do Campo promove Mostra Cultural Quilombola
(Divulgação/PMC)
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IMPRENSA/Castro - A Escola Benedito de Campos Roque Leal, na Serra do Apon, região do Socavão, realizou na última sexta-feira (3) a Mostra Cultural Quilombola como mais uma etapa do projeto “Minha história começa aqui, pelo mundo eu vou” com exposição dos trabalhos feitos pelos alunos e oficinas culturais ministradas por professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

O evento reuniu pais, alunos e comunidade para uma confraternização de saberes. Os alunos encenaram a peça teatral “Pretinho, meu boneco querido”, chamando a atenção para a importância da valorização da raça negra e da igualdade entre todos.

A professora Silmara de Jesus Carneiro destacou a importância da parceria entre a família e a escola. “Nos sentimos muito realizados com a participação de todos e acreditamos que a semente está lançada e os frutos serão colhidos no futuro”, disse.

A professora do Departamento de Educação da UEPG, Lucia Mara de Lima Padilha, destacou que esta é a quarta edição do projeto da Pró-reitora de Extensão (Proex) para formação inicial e continuada de acadêmicos e professores, e que o projeto tem como objetivo mostrar as possibilidades de trabalhar as relações étnico-raciais em sala de aula.

Ela ressalta que é preciso modificar a forma como a história dos negros foi contata por tanto tempo, sempre enfatizando a escravidão. “Temos que pensar como o professor vai falar sobre o negro, a cultura africana e as comunidades quilombolas, valorizando a identidade da criança e mostrando que a África não é só o que a mídia mostra como a fome, a miséria e o que é feio. Levamos uma bonequinha negra para as escolas e comunidades quilombolas, porque a criança por meio da brincadeira aprende, e a boneca negra é a questão da identidade, do pertencimento. Quando a criança se enxerga no brinquedo ela tem a sua identidade valorizada”, ressaltou.

A coordenadora pedagógica das Escolas do Campo, Luiza Nunes. Destacou oi envolvimento de toda a comunidade escolar no projeto. “Isso possibilita a valorização da escola e sua importância na vida dos alunos”, disse.

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