Saúde de Tibagi realiza blitz educativa para conscientizar a população sobre o autismo
Data é lembrada no dia 02 de abril (último sábado). Equipe da secretaria e da escola Nilse T. B. Romel (Apae) distribuíram panfletos para quem passava pela rua Almeida Taques, no centro

COM ASSESSORIAS - A Prefeitura Municipal de Tibagi, através da Secretaria de Saúde, realizou no último sábado (02) uma blitz educativa na rua Almeida Taques, no centro, para conscientizar a população tibagiana sobre o autismo. Além disso, o mês de abril é dedicado a conscientização sobre o transtorno do espectro autista (TEA).
De acordo com a secretária de Saúde, Natasha Dutko, o autismo precisa ser desmistificado, debatido e levado ao conhecimento da população. "A ação do último sábado (02) contribuiu para levar informação para a população, através da distribuição de folders. A secretaria apoia a campanha de que 'lugar de autista é em todo o lugar'", afirma a secretária.
Em Tibagi, a instituição especializada no atendimento de crianças, jovens e adultos com TEA é a Escola Nilse T.B.Romel (Apae) na modalidade de educação especial" (autismo, deficiência motora, visual intelectual entre outras). De acordo com a diretora da escola, Ana Lúcia Queiroz, atualmente Tibagi atende 18 alunos que possuem o TEA: 16 alunos menores de 14 anos e 2 maiores.
De acordo com a secretária de Saúde, Natasha Dutko, o autismo precisa ser desmistificado, debatido e levado ao conhecimento da população. "A ação do último sábado (02) contribuiu para levar informação para a população, através da distribuição de folders. A secretaria apoia a campanha de que 'lugar de autista é em todo o lugar'", afirma a secretária.
Em Tibagi, a instituição especializada no atendimento de crianças, jovens e adultos com TEA é a Escola Nilse T.B.Romel (Apae) na modalidade de educação especial" (autismo, deficiência motora, visual intelectual entre outras). De acordo com a diretora da escola, Ana Lúcia Queiroz, atualmente Tibagi atende 18 alunos que possuem o TEA: 16 alunos menores de 14 anos e 2 maiores.
"Primeiramente, esse aluno vem até nós através de laudo médico. Aqui na escola, nos baseamos no laudo neurológico e começamos o trabalho técnico com atendimento de psicóloga, fonoaudiólogo e fisioterapia se necessário. Em sala de aula, o trabalho pedagógico acontece com os alunos de 0 a 3 anos com estimulação essencial. Já nas demais idades, o trabalho pedagógico é individualizado e coletivo", completa a diretora da Apae.
"Para nós, da escola Nilse, não existe uma data em especial para lembrar do autismo, pois todos os dias são dedicados a eles com ações pedagógicas e sociais para uma verdadeira inclusão. Pois a inclusão dos autistas nem sempre significa ensinar a criança a se socializar no mundo. A verdadeira inclusão está em alterar o aspecto do ambiente e consequentemente do mundo para que Ela possa se comunicar", finaliza.
"Para nós, da escola Nilse, não existe uma data em especial para lembrar do autismo, pois todos os dias são dedicados a eles com ações pedagógicas e sociais para uma verdadeira inclusão. Pois a inclusão dos autistas nem sempre significa ensinar a criança a se socializar no mundo. A verdadeira inclusão está em alterar o aspecto do ambiente e consequentemente do mundo para que Ela possa se comunicar", finaliza.
