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Segurança

Principal suspeito de envolvimento no desaparecimento de Ísis se entrega

Garota de 17 anos desapareceu no dia 6 de junho em Tibagi; vigilante apontado como principal suspeito era considerado foragido

Principal suspeito de envolvimento no desaparecimento de Ísis se entrega
(Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
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O principal suspeito de envolvimento no desaparecimento da jovem Ísis Victoria Mizerski, de 17 anos, em Tibagi, se apresentou a Polícia Civil do Paraná na noite desta segunda-feira (17). O vigilante Marcos Vagner de Souza, que era considerado foragido, se apresentou na sede da polícia de Francisco Beltrão, por volta das 20h.

Conforme o delegado Ricardo Moraes Farias dos Santos, da 19ª Subdivisão Policial, as autoridades haviam expedido um mandado de prisão temporária de 30 dias contra o suspeito. O homem, que é casado e pai de três filhos, não retornou para casa desde o dia do desaparecimento da adolescente.

O suspeito foi encaminhado ao Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e permanece à disposição da Vara Criminal de Tibagi e da delegacia de Tibagi. De acordo com a investigação, Marcos foi a última pessoa com quem Ísis teve contato antes de desaparecer. Os dois marcaram um encontro para conversar sobre a gravidez da adolescente.

Jovem desaparecida em Tibagi teve encontro com homem

O principal suspeito tem 35 anos, é casado e pai de três filhos. Marcos trabalha como vigilante, e teria admitido que teve uma relação com Ísis. Ele é quem teria chamado a jovem para um encontro na noite do desaparecimento.

“Ele havia trocado mensagem com a Ísis para se encontrar nesse local perto do cemitério da cidade para resolver a situação. Assim se confirma que ela estava grávida”, complementa o delegado, que destaca uma mensagem (que mostrava sua localização) que Ísis mandou para a mãe e apagou em seguida como peça-chave para as investigações.

“Essa mensagem para mim é fundamental. Para mim ali é um pedido de socorro, quando ela manda essa localização para a mãe, ali ela já estaria em situação de perigo. E logo após esse aparelho celular foi desligado e não tem comunicação desde o momento em que ela mandou a mensagem”, conclui o delgado, que afirma ainda que o suspeito entrou em contradição sobre esse assunto em seu depoimento.

Agora a polícia realiza perícias no celular, no computador e no carro do suspeito em buscas de indícios que possam apontar o paradeiro de Ísis. A defesa do suspeito afirmou em nota que “têm total convicção da inocência de seu cliente”.

Fonte: RIC Mais

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