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V Fórum Municipal dos Direitos da Mulher debate representatividade e políticas públicas em Ponta Grossa

V Fórum Municipal dos Direitos da Mulher debate representatividade e políticas públicas em Ponta Grossa
(Imagem: Divulgação/PMPG)
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COM ASSESSORIAS - A representatividade feminina nos espaços de poder e a construção de políticas públicas mais eficazes e inclusivas foram os eixos centrais do V Fórum Municipal dos Direitos da Mulher, realizado na última sexta-feira (08), no auditório do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Ponta Grossa.

Com inscrições esgotadas, o encontro reuniu representantes do poder público e da sociedade civil em torno de debates qualificados sobre os direitos e a participação das mulheres na vida pública. A iniciativa foi promovida pela Prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria Municipal da Família e Desenvolvimento Social (SMFDS) e do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM/PG).

No período da manhã, o destaque foi a palestra “Feminicídio e justiça: punir é suficiente?”, ministrada pela professora Silvana Mariano, coordenadora do LESFEM — Laboratório de Estudos de Feminicídio da Universidade Estadual de Londrina (UEL). A abordagem provocou reflexões sobre os limites da resposta penal e a necessidade de uma atuação preventiva mais ampla.

“O feminicídio segue sendo uma realidade dolorosa em Ponta Grossa e em todo o Brasil, e enfrentá-lo exige mais do que punição — exige prevenção, políticas públicas consistentes e transformação cultural. O Fórum existe exatamente para que esses debates se traduzam em ações concretas para as mulheres do nosso município”, afirmou a secretária da SMFDS, Camila Calisto Sanches.

A programação incluiu ainda a eleição das entidades não governamentais que passarão a integrar o CMDM — processo que renova e amplia a representatividade das organizações responsáveis por pautar as demandas femininas junto ao poder público.

Para a presidente do CMDM, Andréa Marques, a presença ativa das entidades representativas e da sociedade civil foi determinante para enriquecer os debates e garantir que diferentes perspectivas fossem consideradas — tanto na renovação do Conselho quanto na discussão das políticas públicas.

“O Fórum reafirmou seu papel como ambiente de escuta ativa e articulação institucional, onde experiências e demandas concretas se traduzem em subsídios para uma gestão pública mais justa, plural e comprometida com os direitos das mulheres”, destacou.

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