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Treze policiais rodoviários acusados de cobrar propina de motoristas em estradas do Paraná são expulsos da PM

Comando da Polícia Militar decidiu pela expulsão ao concordar com a decisão da Comissão Processante tomada em novembro em 2019. Militares foram presos em operação do Gaeco realizada em 2018

Treze policiais rodoviários acusados de cobrar propina de motoristas em estradas do Paraná são expulsos da PM
Policiais rodoviários foram flagrados contando dinheiro de propina. (Foto: Reprodução/RPC)
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G1 - O Comando Geral da Polícia Militar do Paraná expulsou 13 policiais rodoviários estaduais acusados de cobrar propinas de motoristas em estradas do sudoeste do Paraná. Os militares chegaram a ser presos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em 2018.

A decisão foi publicada em ofício interno da Polícia Militar no dia 23 de julho, mas foi divulgada e confirmada pela RPC nesta quinta-feira (30).

Segundo a denúncia do Gaeco, os policiais faziam parte de um esquema organizado para arrecadar dinheiro de motoristas. Entre as provas estão trocas de mensagens, conversas telefônicas e gravações feitas com uma câmera escondida dentro de uma viatura da Polícia Rodoviária Estadual.

Os policiais presos em fevereiro de 2018 foram soltos cinco meses depois e respondem aos processos em liberdade.

O Comando decidiu expulsar 13 dos 16 policiais processados no julgamento administrativo.

Uma policial pediu exoneração antes da decisão, outro não foi julgado por conta de uma ação de nulidade em curso, e outro militar foi absolvido de uma única acusação.

No documento com a informação das expulsões, o Comando Geral da Polícia Militar informa que concorda com a decisão da Comissão Processante de novembro de 2019.

À época, foi julgado procedente a maioria dos fatos e considerou que as provas apresentadas pelo Gaeco evidenciam que os policiais rodoviários estaduais cometeram atos infracionais contra a honra e o decoro da Polícia Militar do Paraná.

Os policiais ainda podem recorrer da decisão para o próprio Comando Geral da PM. Depois disso, ainda podem tentar apelar para o Governador do Estado, segundo informou a PM.

Os policiais ainda aguardam a sentença do processo criminal a que respondem no Tribunal Militar em Curitiba.

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