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Trabalhadores fazem paralisação, e Ponta Grossa volta a ficar sem transporte coletivo

Motoristas e cobradores estão em greve desde 5 de abril, por causa de atrasos no salário. Decisão judicial sobre bloqueio de bens da VCG motivou paralisação total, nesta sexta-feira (7)

Trabalhadores fazem paralisação, e Ponta Grossa volta a ficar sem transporte coletivo
Terminal Central de Ponta Grossa amanheceu vazio, nesta sexta (7). (Foto: Fábio Ângelo/RPC Ponta Grossa)
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Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, amanheceu nesta sexta-feira (7) sem transporte coletivo, após uma paralisação de motoristas e funcionários da concessionária que administra o serviço.

Os trabalhadores estão em greve desde o dia 5 de abril. Apesar disso, os ônibus estavam circulando com metade da frota, seguindo uma determinação judicial. O fato gerou aglomeração nos veículos.

Segundo o Sindicato dos Motoristas, Cobradores e Trabalhadores em Empresas de Transportes Coletivos (Sintropas), os trabalhadores estão com salários atrasados.

No fim de abril, a Justiça determinou o bloqueio de bens da Viação Campos Gerais (VCG), após a empresa não cumprir o prazo determinado para a regularização dos salários. À época, trabalhadores fecharam os terminais urbanos.

A VCG informou que possui o dinheiro para fazer o pagamento da folha de março, mas que os recursos estão bloqueados por decisão judicial.

De acordo com a empresa, um pedido foi feito para que o dinheiro fosse desbloqueado. Apesar disso, a solicitação foi indeferida pela Justiça, na quinta-feira (6).

Ainda conforme a concessionária, a medida levou o sindicato a suspender o transporte dos funcionários para o trabalho, resultando na paralisação do serviço.

O Sintropas afirmou que os funcionários só vão trabalhar quando receberem os salários de março e abril e que irá recorrer da multa de R$ 50 mil imposta pela Justiça por dia sem transporte coletivo.

A VCG disse que está trabalhando para reverter o indeferimento do desbloqueio de bens e pediu para que os funcionários cumprissem com a medida judicial que determinou a circulação de parte da frota.

Cerca de 1.100 pessoas trabalham no transporte coletivo de Ponta Grossa.

Fonte: G1

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