
Segundo o decreto, os estabelecimentos podem funcionar diariamente das 10h às 22h, apenas por delivery, drive-thru e retirada. Apesar de animadora a mudança, a falta de pessoas no local ainda preocupa, pois segundo dados dos associados, a falta de atendimento in loco gera queda de 70% na receita dos estabelecimentos.
Daniel Wagner, presidente do Sindicato, cita as constantes conversas do setor com a gestão municipal, a fim de criar diálogo para equilibrar saúde e economia. “No início do mês, nós, junto à ACIPG, protocolamos um ofício pedindo que os restaurantes voltassem a atender através do serviço de retirada, o que foi atendido, mas ainda é preciso mais, pois precisamos também a volta do consumo nos salões”, enfatiza.
A situação é preocupante, pois as empresas já estão há 1 ano com caixa reduzido e a impossibilidade de poder atender, mesmo com redução na capacidade, pode gerar prejuízos sem precedentes, como a falência e demissões em massa.