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Semana Santa terá a volta do 'lava-pés'

Beijo à cruz segue vetado na Sexta-Feira da Paixão

Semana Santa terá a volta do 'lava-pés'
Rito do Lava-Pés não acontece desde 2019. (Foto: Divulgação)
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COM ASSESSORIAS - Ainda que o mundo esteja caminhando para a normalidade, com a derrubada de algumas restrições em relação à pandemia do Coronavírus, a Igreja segue atenta. Às vésperas da Semana Santa, nota da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos da Santa Sé fundamenta as orientações das comissões de Liturgia das diversas dioceses quanto aos cuidados para a celebração do Tríduo Pascal, considerado o centro de todo o Ano Litúrgico.

De acordo com a Comissão Diocesana de Liturgia e Canto Pastoral, na Quinta-Feira Santa, quando a Igreja dá início ao sagrado Tríduo Pascal, repetindo em memória de Jesus, os gestos de sua última ceia, será permitido o Rito do Lava-Pés, mas com todo cuidado e seguindo as normas sanitárias de cada município. Na Sexta-Feira da Paixão, dia em que "Cristo nossa Páscoa foi imolado", torna-se clara realidade o que desde há muito havia sido prenunciado em figura e mistério: a ovelha verdadeira substitui a ovelha figurativa, e mediante um único sacrifício realiza-se plenamente o que a variedade das antigas vítimas significava. Celebra-se a Paixão às 15 horas, em três momentos: Liturgia da Palavra, adoração da Cruz e Sagrada Comunhão.

Após a Liturgia da Palavra, segue a adoração da cruz. Como obrigatoriamente se usa uma única cruz para a adoração, tal como requer a verdade do sinal. O beijo da cruz será feito somente pelo sacerdote ou diácono e ministro extraordinário da comunhão e esperança - na celebração da Palavra com Eucaristia - conforme previsto na orientação diocesana de 2021. No final da celebração, a comunidade em gesto reverente poderá adorar a

Cruz com certa distância, porém sem beijá-la. Neste dia, o altar deve estar completamente desnudado, sem cruz, sem castiçais, sem toalhas. Pela importância pastoral, é aconselhado sejam valorizadas a Via-sacra, as procissões da Paixão e a memória das dores da bem-aventurada Virgem Maria.

O foco deste segundo dia do Tríduo é a sepultura do Senhor, certificação de sua morte, pertencente à forma mais antiga da fé: "Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" (lCor 15,3-4). A Igreja propõe o mistério pascal em sua totalidade, pelos hinos, salmos, antífonas, leituras e orações na Liturgia das Horas e na sua versão inculturada, o Ofício Divino das Comunidades. A celebração da Vigília Pascal se realiza de noite. Não é permitido, em hipótese alguma que, neste dia, pela manhã ou em outro horário, se antecipe a celebração da Vigília Pascal antes do anoitecer. Mais grave ainda antecipar, neste dia, a celebração do Domingo da Páscoa na Ressurreição do Senhor.

Para facilitar a participação dos fiéis está prevista a Vigília Pascal presidida por ministros leigos e leigos, que "por força do seu Batismo e Confirmação assume legitimamente este serviço", prevê o documento 43 da CNBB. Inclui em nossa Diocese a participação dos diáconos permanentes. Segundo antiquíssima tradição, esta noite deve ser comemorada em honra do Senhor, e a vigília que nela se celebra, em memória da noite santa em que Cristo ressuscitou, deve se considerar "a mãe de todas as santas vigílias". É nesta noite que parte da celebração é realizada com a luz apenas de velas e é introduzido, ao seu final, o Círio Pascal para poder recordar que Cristo é a luz do mundo. Nesta celebração, volta-se a cantar o Hino de Louvor e o Aleluia, omitidos durante a Quaresma.

Na Páscoa, a estrutura da missa é a mesma de todos os domingos, devendo ser celebrado de modo solene. O ato penitencial é substituído pelo rito da aspersão. "A celebração da Páscoa leve a todos a esperança que só vem da ressurreição do Senhor", destaca o prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, Arthur Roche.

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